OS ARTISTAS

1mpar (Henrique Roscoe)
Henrique Roscoe é artista audiovisual, músico e curador. Trabalha na área audiovisual desde 2004, explorando caminhos da arte generativa e visual music; investigando as relações entre som, imagem e narrativas abstratas simbólicas. Procura no diálogo com a máquina expandir as possibilidades criativas e explorar os limites entre o determinado e o aleatório.

Adrian Oregon (Carlos Adrian Gomes Lima)
Sou estudante de graduação em Licenciatura em Artes Visuais pelo Instituto Federal do Ceará (IFCE) e bolsista do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID/CAPES), com atuação no ensino de Arte/Artes Visuais. Artista visual e investigador das competições de desenho com foco no mundo paper drag, explorando seus atravessamentos de linguagens artísticas e suas potências estéticas expressivas e formativas do ser contemporâneo atrelado para o processo criativo.

Adriano Barbosa e Sidney Tamai
Adriano Barbosa é artista visual, pesquisador e músico, cuja produção investiga as relações entre som, imagem e espaço. Seus trabalhos se constroem a partir de experimentações com vídeo, música e esculturas sonoras, propondo experiências sensoriais e imersivas. Interessa-se por processos educativos, práticas coletivas e pelo uso de materiais cotidianos como o lixo reciclável como forma de dispositivos poéticos para suas composições artísticas, assim transita entre a arte, pedagogia e a escuta para instigar o seu trabalho de forma lúdica e imersiva.
O objetivo geral da pesquisa é buscar novas estratégias na produção de poéticas do contemporâneo em tecnologias emergentes: programação, interfaces, interatividades e redes, é o de buscar estratégias de invenção e experimentação à produção de poéticas diversas através dos novos paradigmas contemporâneos do industrial e pós-industrial informacional. Esse empenho nos conduz a experiências amplas, pesquisas e reflexões. Tem como foco buscar e lançar as estratégias de articulações entre os dispositivos técnicos como os hardwares e softwares em suas lógicas de programação na programação do sensível, linguagens/mídias e produção poética. Os projetos desenvolvidos na pesquisa estão e estarão no trienal 2024-2026 atrelados ao grupo de pesquisa, ao ensino e a própria extensão. São, portanto, 4 projetos: Parangolés eletrônicos, Cubos Sonoros Uakti, Vídeo edição Mitos Vadios e Aplicativo para reconhecimento das obras de artes públicas de Bauru.
Prof. Dr. Sidney Tamai – Coordenador do Grupo de pesquisa Artes em Tecnologias Emergentes UNESP Bauru Departamento de Artes e Representações gráficas DARG Faac

Adriano Gomide
Artista, curador, pesquisador e professor de educação superior da Escola Guignard – Universidade do Estado de Minas Gerais. Doutor em Artes pela UFMG (2014) e de Master of Fine Arts por The School Of The Art Institute Of Chicago (1998) e bacharel em Ciências Econômicas pela Universidade Federal de Minas Gerais (1985). Em 1993 foi indicado professor de Desenho na Fundação Escola Guignard pelo CRITÉRIO DE NOTÓRIO SABER Participou de mais de 60 exposições entre individuais e coletivas; Entre as curadorias destacamos a do artista Pedro Moraleida na Galeria MamaCadela e a do artista Alberto da Veiga Guignard (exposição virtual) para as comemorações da Semana Guignard do Museu Casa Guignard em Ouro Preto. Diretor da Escola Guignard – UEMG entre os anos de 2016 e 2020; Coordenou do curso de Pós-Graduação Lato Sensu Artes Plásticas e Contemporaneidade na Escola Guignard – UEMG. Em 2016 foi agraciado com a Medalha Santos Dumont

Alaôr Armeiro (Alaôr José de Oliveira)
Alaôr Armeiro é um artista visual multidisciplinar, atuando como pintor, desenhista e escultor. Sua linguagem surrealista trafega entre o real e o imaginário, construindo uma poética pessoal e singular. Através da experimentação de diversos materiais e técnicas, o artista rompe limites e promove a liberdade para criar e se expressar de forma única e autoral. Ao ir além da estética, Armeiro subverte a lógica linear e consolida sua identidade artística no cenário da Arte Contemporânea.

Alba Vieira e Ester Lago
Alba Vieira é PhD em Dança, docente, artista e pesquisadora do PPG Artes UFMG e do PPGAC em Artes Cênicas da UFOP.
Ester Lago é artista licenciada e bacharel em Dança pela UFV. Mestranda do PPGAC da UFOP.

Aldene Rocha
Aldene Rocha é artista multidisciplinar que investiga relações entre fotografia, cidade e tecnologias ancestrais da cultura popular, articulando memória, arquivo e fabulação. Doutor em Artes pelo PPGArtes-UERJ, sua prática explora imagens, objetos e intervenções que abordam ginga, desvio e camadas simbólicas do espaço urbano. Atua como professor de Fotografia e coordenador do Centro Cultural do CAp-UERJ, desenvolvendo projetos curatoriais, ações educativas e exposições. Publica livros e artigos sobre sua pesquisa, participa de exposições coletivas e possui experiência em coordenação de educativo e educação museal, integrando criação, pesquisa e gestão cultural.

Ale_db (Alexandre Duarte Bassani)
Arquiteto de formação e designer por paixão e ofício, sou interessado por todas as diferentes etapas presentes dentro do processo de criação, assim como pelo uso da tecnologia como ferramenta criativa. Acredito no uso do desenho como ferramenta de comunicação e de transmissão de ideias e conceitos, assim como um meio de síntese e de convencimento. Atualmente exploro os campos da visualização de dados e da complexidade visual.

Alex Domingues
Alex Domingues (Porto Alegre, 2001) é artista visual, cineasta e produtor cultural, graduando em Artes Visuais na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Em 2025, teve sua primeira exposição individual “Villa-Domingues” em 2025, com curadoria de Bruna Fetter, e está desenvolvendo a individual “Noite de Temporal”, contemplada no Fumproarte 05/2025, com produção assinada pelo duo IO. Expôs em mostras pelo Brasil, como a FAC – Festival Audiovisual de Cultura (2023), de Minas Gerais, e a Mostra de Videoarte Ciclos (2024), no Centro Cultural dos Correios do Rio de Janeiro. Sócio-fundador da produtora “O Estranho”, assina a direção e roteiro de “M.U.S.A.”, longa-metragem em finalização (Lei Paulo Gustavo), dirigiu sete curtas-metragens, sendo o mais recente “Anacronia” (FAC – Filma RS, SEDAC-RS) e assina a produção executiva de diversos projetos, desde curtas-metragens a outros formatos artísticos.

Alexandre De Nadal
Doutorando em Poéticas Visuais (UFRGS, 2023), com mestrado e graduação em Artes Visuais (UFRGS), pesquisa os conceitos de simulação e desinformação por meio de ações e trabalhos artísticos. Em 2019, recebeu o 2° lugar no 3° Prêmio Aliança Francesa de Arte Contemporânea. Destacam-se ainda o Prêmio Incentivo à Criatividade no 21° Salão de Artes da Câmara de Porto Alegre, e Rédemption Parc – Indicado ao VIII Prêmio Açorianos de Artes Plásticas (2014), categoria Projeto Alternativo de Produção Plástica. Possui obras no acervo MACRS e recentemente foi contemplado no edital SEDAC Artista na Escola (2025).

Alice Caumo
Alice Caumo vive e trabalha em Porto Alegre (RS). É bacharela em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Atua em diferentes campos das artes visuais, com produção que transita entre pintura, escultura, desenho, fotografia e design. Participou da exposição coletiva “Martelo Taco-Taco” (2023), organizada por Teresinha Barachini, com curadoria de Ana Janaína, Lara Amaro e Taks, no espaço expositivo Mantra. Em 2024, integrou a coletiva “Panelinha”, com curadoria de Jordi Tasso, na Pinacoteca Barão de Santo Ângelo. Também na Pinacoteca, participou da exposição “Tenho Tesão em ser Artista” em novembro de 2025. Neste mesmo ano, recebeu o prêmio aquisição do SESC Paraná com sua obra “Raspas verdes”.

Alicia Teodoro e wgnr
Alícia Teodoro é mestra em Estudos de Linguagens pelo CEFET-MG, onde pesquisou as conexões entre narrativa visual e narrativa verbal. Também é bacharel em Letras – Tecnologias da Edição pela mesma instituição. Integra o grupo Estudos de Poéticas, Edições, Jogos e Artes (EPEJA) e atua no educativo da LED, editora-laboratório do curso de Letras do CEFET-MG. Coautora do samba (Edição autoral, 2023). É uma das organizadoras da antologia corpafeto (CEFET-MG, 2021).
Wagner Moreira é professor do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais – CEFET-MG, tem experiência na área de Letras, com ênfase em estudos literários e em estudos de edição. É mestre e doutor em Literaturas de língua Portuguesa pela PUCMINAS. É um dos organizadores da antologia corpafeto (CEFET-MG, 2021). Coordena o EPEJA – Estudos de Poéticas, Edições, Jogos e Artes. Têm vários livros de poesia publicados, dentre eles, solos (Editora Scriptum, 2015), rumor de pétala (Edições Alma de Gato, 2017), terralegria (Impressões de Minas, 2020), samba (Edição autoral, 2023), voltas (Edição autoral, 2024), a solidão nas mãos (Poesia Orbital, 2024 – em conjunto com Rogério Barbosa de As pequenas coisas), cantolhar (Inmensa Editorial – Coleção Infame Ruído, 2024) e pele (Arpillera Editora, 2025 – em conjunto com Ana Paula Dacota).

Amanda Alves
Jornalista, educadora e mestra em Artes pela Escola Guignard/UEMG, é consultora em artes visuais, curadora de exposições. Atua na produção de textos críticos e também como repórter e social media. Desenvolve pesquisa na área de curadoria, memória, comunicação, mídias digitais e artes visuais.

Amante da Heresia (Léo Pimentel Souto com contribuições de Rennan Queiroz, Luiz Fers e Edgar Franco)
MetArtista-filósofo transmídia. Nasce punk, torna-se anarquista, e insurge cyberpunk. 2000 – 2010: gradua-se e se torna mestre em Filosofia (UnB). Experimenta zines expandidos (3l37r0pUnx), performances futuristas, rádio comunitária e hackitivismo, 2010 – 2020: cria filmes, músicas eletrônicas extremas e funda cineclubes. Integra o Calango Hacker Clube pelo movimento do software livre. Inicia seu doutorado em Arte e Cultura Visual (UFG), onde desenvolve os conceitos de Zineasta, CurtAforismo e MetArtista Transmídia da Incerteza. Integra o grupo Cria_Ciber. 2020 – 2026: conclui o doutoramento e realiza seu pós-doutorado (UFG), pesquisando tecnologias populares de ponta, como teatro de bonecos, cordel e rádio popular. Desenvolve seu universo ficcional, o Anarquismo Fantástico e cria os conceitos de muZinista e pErformaNZi. Com o Ciberpajé criam a poética Brega Ciberpunk Cerraca, e com o Rennan Queiroz criam a poética Tattoo-Fiction Biopunk Cerraca, Atua na Orquestra de Laptops de Brasília. É o criador e curanderista da eCCe moNSTRa, microgaleria de audiovisualidades.

Ambuá (Ambuá Gonçalves Moreira)
Ambuá é artista multidisciplinar não binárie natural de Belo Horizonte (MG). Sua produção se dá em diversas linguagens, como a escrita, escultura, performance, instalação e pintura, a partir das quais reivindica formas contracoloniais de nos relacionarmos uns com os outros e com a paisagem mutável e desejante que somos. Sua pesquisa articula saberes ancestrais, agroecologia e ecologia cuir. Em 2025 foi selecionado para a residência Sonhar Floresta (Estação Cultural MZMV), 50º SARP e 7ª Bienal do Sertão. Em 2024 desenvolveu as exposições individuais “Ciclo é um ciclo é um ciclo é um ciclo” (Vessiè, em parceria com o foodculture fays – Suíça e patrocínio Pro-Helvetia) e “Teimosia Vegetal” (junto a Izabella Coelho, selecionada pelo edital Ciclo de Mostras do BDMG Cultural).

Ana Claudia Marra
Doutora em Linguística e Semiótica pela Universidade de São Paulo (USP), desenvolve pesquisa interdisciplinar entre linguagem, dança e audiovisual, com foco na construção de sentido e na narrativa do corpo em movimento. Possui especializações em Produção Audiovisual em Multiplataformas e em Linguagens Contemporâneas e Audiovisual pela FAAP, além de formação em Tradução e Interpretação e Licenciatura Plena em Letras. Atua como artista, pesquisadora e curadora, com formação em fotografia pelo Senac-SP, cursos de extensão em fotografia e vídeo pela Michigan State University e em edição e direção cinematográfica pela Academia Internacional de Cinema (AIC-SP). Sua trajetória em dança abrange formação clássica, moderna (Limón e Cunningham) e contemporânea, incluindo dança-teatro, videodança, Site-Specific e Performance, com estudos no California Institute of the Arts (CalArts). Atuou profissionalmente no Japão (Osaka) e realizou turnê por 23 cidades da China. Seus trabalhos em videodança integram festivais nacionais e internacionais. Participa ativamente da Setorial de Artes Visuais de Itajaí (SC), articulando prática artística, curatorial e pesquisa em diálogo com o audiovisual, a dança e as artes visuais contemporâneas.

Ana Moravi (Ana Moraes Vieira)
Ana Moravi, sou doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade de Brasília, como bolsista CNPQ vinculada ao Medialab/UNB. Pesquisa está situada na interseção entre emoções, tecnologias e arte sonora. Através de objetos tecnopoéticos que investigam formas contemporâneas de escuta e críticas à capitalização dos afetos, buscando ir de encontro a uma cosmopoética das lágrimas.

Ana Musova (Ana Cláudia Muniz Soares Valério)
Ana Musova é fotógrafa há 14 anos, com atuação voltada à investigação da imagem como linguagem e território sensível. É bacharel em Letras (Tecnologias da Edição) pelo CEFET-MG, tecnóloga em Fotografia pela Universidade FUMEC e mestre em Estudos de Linguagens pelo CEFET-MG. Sua pesquisa articula fotografia, museologia e decolonialidade. Desenvolve trabalhos autorais que tensionam documento e fabulação, refletindo sobre a imagem como artefato cultural e dispositivo de escuta. Participa de exposições e mostras dedicadas à fotografia contemporânea. Seu trabalho investiga a dimensão ética da imagem e suas possibilidades de inscrição de narrativas contra-hegemônicas.

Ana Paula Lourenço
Ana Paula Lourenço (1995) é artista-pesquisadora. Bacharel em Pintura (UFRJ) e mestre em Artes Visuais e Filosofia (UFRJ). Há 8 anos, experimenta a polinização como metodologia para a experimentação artística no Ateliê Polinização Poética Urbana, seguindo o desejo de habitar com socio-biodiversidade o deserto devastado de nossas imaginações. Resultando em pinturas, zines, intervenções site-specific e plantio com papel-semente que produz reciclando. Atua com arte e educação ambiental desde 2013.

Anna Augusto
Anna Augusto, 19 anos, estudante de Radiologia na Universidade Federal de Minas Gerais. Trabalha com arte no modelo digital porque acredita que o conceito supera o resultado visual da obra.

Antonio Junior
Doutor em Artes Visuais/UFSM e Mestre em Artes Visuais/UFSM, ambos pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade Federal de Santa Maria (PPGART/ UFSM) Bolsa CAPES. Especialista em Artes pela Universidade Federal de Pelotas/UFPel. Artista Visual – Bacharel em Desenho e Plástica pela UFSM com mobilidade acadêmica na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, Portugal. Integrante dos grupos de pesquisas: Arte Impressa e Ecologia CNPq/UFSM e Processos Pictóricos CNPq/UFSM.

Aquiles Burlamaqui e Laurita Salles
Aquiles Medeiros Filgueira Burlamaqui (UFRN): Professor Associado da UFRN/Universidade Federal do Rio Grande do Norte, em nível de graduação na ECT/Escola de Ciências e Tecnologias e em pós-graduação no IMD/Instituto Metrópole Digital. É o atual coordenador do Projeto 10 Dimensões/UFRN. É pesquisador da Rede de Laboratórios Natalnet, Laboratório TEAM associado LANCE (Leading Advanced Technologies Center of Excellence ) em parceria com o Instituto Metrópole Digital (IMD).
Laurita Ricardo de Salles (UFRN): Artista pesquisadora na área de Arte e tecnologia e Artes Visuais. Profa. permanente do Programa de de Pós-Graduação em Artes, Culturas e Tecnologias/Media Lab UFG/Universidade Federal de Goiás; também professora colaboradora voluntaria na UFRN/Universidade Federal do Rio Grande do Norte em pesquisa e extensão (Projeto 10 Dimensões, coord. adjunta). Foi docente DE no Departamento de Artes da UFRN de 2010/2022. Pós-Doutora em Mídias Interativas pelo Media Lab UFG.
Projetos PIC23985-2025 e 10 Dimensões 2026 (UFRN): Projeto de pesquisa e projeto de extensão respectivamente , ambos envolvidos com a criação da obra HOLOGRAMA 3D VIRTUAL – Um sujeito e seus eus 2. Apoio PROPESQ, NAC/PROEX UFRN.

Arthur Xavier
Arthur Xavier é artista e compositor, natural de Contagem/MG e residente em Belo Horizonte/MG. Ex-engenheiro de software, bacharel em Ciência da Computação pela UFMG, hoje é estudante do curso de Música/Composição, também na UFMG e interessa-se por tudo o que é arte digital e interativa. Acredita na arte enquanto ferramenta de emancipação subjetiva e política, e em seu potencial de despertar atenção, reflexão e ação através de experiências sensíveis. Investiga principalmente as questões das relações subjetivas com o trabalho, a tecnologia, o tempo, a memória e a identidade; faz arte para se sentir presente, arte para sair de dentro da própria cabeça.

AVRORA LEONNA SANTA-MÁXIMA (Leona de Oliveira Martins)
Santa-Máxima (1993 – ) é artista transgênera, intersexo, com deficiência múltipla. Pesquisadora multimídia transdisciplinar, Mestra e Doutoranda em Artes Visuais (PPGAV/UFRGS). Pesquisa seu processo poético nos aspectos da plasticidade, visualidade e textualidade, com produções em pintura, colagem, objetos e novas tecnologias. Atualmente, a pesquisa de doutorado está em intersecção com a filosofia ocidental continental contemporânea, problemas da ciência e epistemologia e a crítica do pós-humanismo.

Bárbara Serafim
Bárbara Serafim é artista visual, artista sonora, artista da dança e arquiteta e urbanista de formação. Sua prática artística integra frequentemente transdisciplinaridades que surgem entre Corpo, Movimento, Palavra (enquanto desenho, escrita, som e fala) e Espaço (enquanto público, privado, rural e urbano).

Ben Kubits (Abenilson Jatahy Bessa)
Abenilson Jatahy Bessa – Pesquisador e performer. Mestrando em Artes Cênicas pelo PPGAC-UFMA orientando do Prof. Dr. Ricieri Carlini Zorzal. Estudante de Magia e Hermetismo, coordenador do grupo Akasha Experimentos Artísticos onde dialogam-se inúmeras linguagens com as artes cênicas em performance e poesia visual.

Brenda Marques Pena com Colectivo de Escritura Migrante e Imersão Latina
Brenda Mar(que)s Pena é escritora, jornalista, produtora cultural, musicista e performer, natural de Belo Horizonte (MG). Doutora em Estudos de Linguagens pelo CEFET-MG e mestra em Estudos Literários pela UFMG. Atua como editora de texto e produtora do programa Brasil das Gerais e é colunista de literatura no Agenda da Rede Minas. É diretora e apresentadora do Semanário Latinoamericano. Publicou, entre outros, Cantalice e a Cidade das Laranjas (2025), Sound Poetry: History and Developments of a Poetic Vanguard (2025), Poemaracar (2022), Tsunâmica (2019) e Desnaturalizados (2016). É organizadora da série Nós da Poesia, integra o Colectivo de Escritura Migrante e é Diretora do Instituto Imersão Latina. Foi pesquisadora da Cátedra UNESCO/Memorial da América Latina.

Bruna Braga
Nascida em Contagem e residente em Belo Horizonte, Bruna Braga constrói sua pintura a partir de um método híbrido: a fotografia e a montagem digital são as ferramentas iniciais para compor cenas que depois são transpostas para a tela a óleo. Seu trabalho, situado na intersecção entre o real e o ficcional, recorta visões de um futurismo distópico para refletir, de forma crítica e poética, sobre dilemas sociais do nosso tempo.

bruCa teiXeira (Bruna Teixeira Jacintho)
bruCa teiXeira é artista visual e pesquisadora. Doutoranda em Artes Visuais (UnB), Mestra em Antropologia Social (UFAL) e em Ecologia Marinha (Univ. Lisboa). Investiga as coalisões entre arte, imaginário científico e ecologia cuir. Habita a dobra entre lesbianidade e transmasculinidade como uma zona ecológica viva, e atualmente documenta as suas próprias adaptações corporais com a mamoplastia e hormonização, como parte de um fazer artístico encarnado. Em 2025 é artista indicada ao Prêmio Pipa e, neste momento de sua prática artística, se dedica à fabricação de Kibira do Vale do Eté – território especulativo interessado em como podemos oferecer novos pontos de partida para uma reflexão sobre a experiência trans aplicada ao pensamento ecológico.

Bruno Rodrigues
Bruno Henrique Rodrigues, escritor, ilustrador e arte educador, atualmente cursando o quinto período de ciências sociais na UEMG Ibirité. Participei da 13 CHAMA CEFART 2024, exposição no palácio das artes e também no circuito cultural do barreiro 2026.

Cabana (Fernando Abbade Dutra Mendes)
Ilustrador, artista audiovisual e músico independente residente no bairro de Camará, zona oeste do Rio de Janeiro. Graduado em Artes Plásticas pela Escola de Belas Artes – UFRJ; formação técnica em mixagem e masterização pela IATEC; Mestre em Artes e recém ingresso no doutorado do PPGArtes – UERJ.

Calixto Bento (Wagner de Souza Antonio)
Calixto Bento é o nome artístico de Wagner de Souza Antonio, artista mineiro em Florianópolis/SC. Doutor em Artes Visuais (UFSM) e professor de Design na UDESC, investiga o audiovisual contemporâneo e integra o duo de videodança Cinelante, explorando corpo e imagem de síntese.

CAROLINA DE SORDI (Coralina Barreto De Sordi)
Coralina é mestranda no PPG Artes Visuais/UNICAMP, na linha de pesquisa Poéticas Visuais e Processos de Criação, sob orientação do Prof. Dr. Cesar Baio, onde realiza pesquisa voltada à performatividade da imagem nas redes sociais digitais. É membro do ACTlab – Laboratório de arte, ciência e tecnologias desviantes. Expôs trabalhos artísticos em diversas exposições coletivas, com destaque a Baixa Resolução (Ateliê 397), a PANORAMA 6 (10 edição do CIACT-SAD), ao SAV – Salão de Artes Visuais de Vinhedo, e ao 52º Salão de Arte Contemporânea Luiz Sacilotto, onde recebeu Prêmio Aquisição (2025). Realizou a curadoria da exposição A Soma de Todos (2024), individual do artista Alexandre Tiago. Partindo de uma perspectiva feminista, utiliza o uso atento das redes sociais para criar seus trabalhos, voltando o olhar para questões da identidade, atravessada pela digitalização do ser, e de como nos construímos dentro e fora das redes sociais.

Cely Ferreira (Maria Celi Neto Ferreira)
Formação superior em Belas Artes – UFMG, Computação Gráfica – INAP , Desenho de Publicidade – INAP e Especialização em Comunicação Digital e Mídias Interativas – UNIBH. Trabalhou como assistente de Yara Tupinambá de 1985 1989 e ilustradora na Assessoria de Comunicação Social do Ipsemg de 1987 a 2009.

Ciberpajé (aka Edgar Silveira Franco)
Edgar Franco é o Ciberpajé, mago psiconauta e artista transmídia com premiações nas áreas de quadrinhos, artes visuais, arte e tecnologia e ficção científica como: Prêmio Rumos Arte e Tecnologia – Itaú Cultural (2003), Prêmio Argos de Literatura Fantástica (2021), Troféu Angelo Agostini de Mestre do Quadrinho Nacional (2022). Criador do universo ficcional da Aurora Pós-Humana com o qual tem realizado obras transmídia. Mentor da banda performática Posthuman Tantra. Pós-doutor em Arte, Quadrinhos e Performance pela UNESP, Pós-Doutor em Arte e Tecnociência pela UnB, Doutor em Artes pela USP, Mestre em Multimeios pela UNICAMP. É professor permanente do PPG Arte e Cultura Visual da UFG, onde é professor titular e coordena o Grupo de Pesquisa CRIA_CIBER. Sua obra artística transmídia tem sido estudada por pesquisadores do Brasil e do exterior de múltiplas áreas, tendo gerado 6 livros dedicados a ela, investigações de mestrado e doutorado e vários artigos científicos.

Cristiane Duarte e Will Figueiredo
Cristiane Duarte Siebra Simões é Mestre em Artes pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho -UNESP (SP), faz parte do Grupo GIIP/ UNESP. Possui graduação em Artes Visuais pela Universidade Regional do Cariri (2019), e graduação em História pela Universidade Regional do Cariri (2006). Foi professora da Prefeitura Municipal de Cunha. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Artes visuais, atuando principalmente nos seguintes temas: Exposição em Artes, arte digital interativa e educação pública.
Will Figueiredo desenvolve sua pesquisa no campo expandido das Artes Visuais, investigando as potencialidades estéticas e discursivas da Inteligência Artificial e das tecnologias emergentes em América Latina. Mestre em Poéticas Visuais (UFRGS) e pesquisador vinculado ao OM-LAB/CNPq, articula uma abordagem transdisciplinar que dialoga com os campos da Ciência e da Cultura. Seu trabalho destaca-se pela construção de narrativas multiplataforma que operam como sistemas complexos de significação. Esta investigação, que culminou como vencedor do 1º Prêmio de Arte Digital na Universidade de Sevilha. Propõe uma reflexão crítica sobre a agência dos algoritmos na produção de subjetividades e imaginários visuais.

CRYSTALLE (Crystalle Bobbe)
Crystalle Bobbe is a performance artist and choreographer working at the intersection of performance art, movement research, and material-based systems. She is trained in circus arts, dance, and physical theatre and studied at institutions including the Conservatoire National des Arts du Cirque et du Mime, Académie Fratellini, the Polish Transport Drama School under Janina Szarek, the École Internationale Supérieure de Trapèze Volant Jean Palacy, and the Conservatoire de Danse Classique. Her training includes a specialization in tightrope dance and aerial techniques. Her artistic practice focuses on translating emotional states, memory, and invisible forces into physical expression. She explores how air, sound, gravity, and instability shape bodies and perception, with a particular interest in vulnerability, trauma, and transformation as embodied experiences. Bobbe has performed internationally and collaborated on productions across Europe and the United States, including work with the French company Saltimbanques, tours with The Tiger Lillies, and collaborations at Schaubühne Berlin.

Daniel Pettersen
Daniel Pettersen é artista visual nascido em Belo Horizonte. Desenvolve trabalhos que articulam grafismo urbano, audiovisual brasileiro e abstração plástica, investigando questões contemporâneas a partir do uso crítico de arquivos midiáticos. Sua prática envolve recortes, sobreposições e intervenções gráficas sobre imagens pessoais e institucionais, explorando a fluidez entre diferentes suportes e linguagens. Pesquisa técnicas como colagem, fotografia e processos de edição digital, compreendendo o arquivo como matéria plástica e campo simbólico de disputa. Seu trabalho propõe a ressignificação de imagens e a reinvenção de legados visuais, tensionando memória, movimento e composição gráfica. Atua entre a produção artística e a reflexão sobre os modos de circulação e ativação de imagens no contexto contemporâneo.

Daniel Prazeres
Daniel Prazeres é arquiteto, professor, artista e pesquisador. Doutorando e mestre em Design pela Universidade Anhembi Morumbi (PPGDesign UAM – Bolsista PROSUP-CAPES), possui especializações em Gestão de Projetos de Arquitetura pelo Centro Universitário FMU (2019) e em Design de Interiores pelo Istituto Europeo di Design – IED (2015). Graduado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Nove de Julho (2010), colaborou com escritórios como Sergio Santana e Benedito Abbud. Atualmente é docente dos cursos de pós-graduação do Istitudo Europeu Di Designer, na Faculdade Belas Artes e do SENAC, lecionando morfologias do morar, Paisagismo, Jardinagem, Paisagismo Autoral para arquitetura de luxo e Design Efêmero, além de dirigir o escritório que leva seu nome. Sua produção artística transita entre o design, a bioarte e o paisagismo, explorando as relações entre natureza, tecnologia e sensibilidade urbana. Participou de exposições de arte e projeções em vídeo mapping em São Paulo, Brasília, em museus consolidados como Museu Nacional de Brasília (2025) e Centro cultural Oswald de Andrade e NIZ Gallery no SAC – Salão Internacional de Arte, em Paris. Premiado nos concursos Escultura Art Boulevard (2025), Ambiente Design Maison Cyrela (2021), Revitalização da Praça Benedito Calixto (ANP 2019) e Prêmio Oxford de Design (2016). Sua trajetória propõe uma síntese poética entre arte, ecologia e tecnologia.

Débora Aita Gasparetto
Débora Aita Gasparetto é professora adjunta no Departamento de Desenho Industrial da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Doutora em Artes Visuais (UFRGS), com pesquisa em Arte e Tecnologia, e mestre em Artes Visuais (UFSM), atua na intersecção entre design, arte digital, educação e ativismo. É líder dos grupos de pesquisa Arte Digital e Ativismo e Design, Ciência e Tecnologia (CNPq). Desenvolve projetos que articulam vídeo generativo, web arte, interfaces críticas, dados ambientais e tecnologias emergentes, com ênfase em bioética, educação humanitária e pensamento sistêmico. É autora do livro O curto-circuito da arte digital no Brasil e organizadora da publicação Design + Arte Ciência Tecnologia: conexões teórico-práticas.

Denis Zubieta
Denis Zubieta, carioca (1977), trabalha e reside atualmente na cidade de Itajaí/SC, é Graduado do curso BI (Bacharelado Interdisciplinar) de Artes, da Universidade Federal da Bahia UFBA com área de concentração em Arte e Tecnologias Contemporâneas (2012) e Pós-graduação em Arte e Educação (2023). Possui fotografia junto ao acervo permanente do Museu da Imagem e do Som de Mato Grosso do Sul(2014). Foi coordenador do Colegiado de Artes Visuais de Campo Grande/MS (2021-2022), foi membro do Grupo de Pesquisa intitulado “Entre Nós – Arte, Tecnologia e Sociedade” pela UFMS (2020-2023). É membro do setorial de Artes Visuais de Itajaí (2022) e Navegantes/SC (2022). Atualmente sua pesquisa está voltada para o cinema experimental, arte e tecnologia e como esses dois temas se relacionam com o anticolonial. Denis é arte-educador(2022), fotógrafo (2014), webdesigner (2007), Gambiólogo (2023) e Cineasta experimental (2023).

Dirceu Maués (Dirceu da Costa Maués)
Dirceu Maués é artista visual/fotógrafo e professor. Doutor em Artes pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Mestre em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da Universidade de Brasília (UnB) e Bacharel em Artes Plásticas também pela Universidade de Brasília. Foi repórter fotográfico em Belém do Pará (1997/2008) e desde 2004 desenvolve trabalho autoral nas áreas da fotografia, cinema e vídeo, que tem como base pesquisas com a construção de câmeras artesanais e utilização de dispositivos precários.

Doug Firmino (Douglas Firmino da Silva)
Douglas Firmino da Silva (Doug Firmino) é doutorando do Programa de Pós-Graduação em Artes da Universidade de Brasília, onde investiga as representações e autorrepresentações do corpo grotesco no âmbito do desenho figurativo contemporâneo, usa da narrativa que escarnece e degrada as figuras na virtualidade das imagens para compor suas séries de obras, diários, ilustrações e narrativas gráficas. A sua produção visa experimentar técnicas e materiais que possibilitam o expurgo poético em suas abordagens visuais. Formou-se em Artes Visuais (bacharelado e licenciatura) pela mesma instituição em 2017 e obteve o título de mestre em Poéticas Contemporâneas em 2020. Trabalha como professor de Desenho em instituições particulares, também atua no campo editorial como ilustrador de livros e revistas nacionais e internacionais. Publicou narrativas gráficas de forma independente em antologias nacionais por diversas editoras. Participa regularmente de exposições coletivas pelo país e teve sua primeira amostra individual na Galeria XXX de Arte Contemporânea sob a curadoria de Rogério de Carvalho em Brasília no ano de 2018.

Dr. Jr. (Getúlio Antero de Deus Júnior)
Getúlio Júnior é graduado em engenharia elétrica pela Universidade Federal de Goiás (UFG) em 1995. Ele recebeu o título de mestre e de doutor pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) em 1997 e 2002, respectivamente. Atualmente, ele é professor titular dos cursos de engenharia elétrica e de engenharia de computação na Escola de Engenharia Elétrica, Mecânica e de Computação (EMC/UFG), Campus Regional Goiânia, Estado de Goiás. Além de professor e engenheiro eletricista, Getúlio Júnior é artista. Sua obra permeia as mais diferentes áreas, com destaque para: as artes plásticas, as artes cênicas, a fotografia, as artes gráficas, o design industrial, a literatura, os filmes, a museologia e a TV.

Efe Godoy
Aqui está minha mini bio: Efe Godoy (1988) é mineira, sagitariana, poetiza, artista trans, míope, compositora, performer, fazedora de imagens híbridas e pesquisadora de realismo mágico. Natural de Sete Lagoas/MG, vive e trabalha em Belo Horizonte, já ilustrou capas de livro e também capas de discos, circulou com seus trabalhos em exposições coletivas e individuais pelo Brasil, França, EUA, Uruguai, Argentina, México e Japão.

Estêvão da Fontoura e Joel Grigolo
Estêvão da Fontoura Haeser, Porto Alegre/RS, 1977. Pai da Cecília, vive e trabalha entre Porto Alegre e Osório (RS). É artista transmídia, doutorando em Poéticas Visuais (PPGAV-IA-UFRGS), mestre em Informática na Educação pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (IFRS) – Campus Porto Alegre (2019), especialista em Pedagogia da Arte pela Faculdade de Educação da UFRGS (2009), Licenciado em Artes Visuais e Bacharel em Artes Plásticas – Habilitação: Desenho, ambos pelo Instituto de Artes da UFRGS (2018 e 2003, respectivamente). É professor (licenciado) de artes no IFRS – Campus Osório e fundou, recentemente, o Estúdio Arte Lenta, espaço de trabalho para desenvolvimento dos projetos artísticos relacionados à pesquisa de doutorado.

Fabrício Fernandino
Fabrício José Fernandino é escultor, pesquisador e professor associado do Departamento de Artes Plásticas da Escola de Belas-Artes da UFMG, atuando na área de escultura e em pesquisas que articulam arte, espaço e
questões socioambientais. Sua trajetória combina produção artística, curadoria e atuação institucional, com ampla experiência em projetos culturais, acadêmicos e de extensão, no Brasil e no exterior. Possui graduação em Pintura e Escultura, mestrado em Artes Visuais e doutorado em Artes pela Escola de Belas-Artes da UFMG. Ao longo de sua carreira, ocupou funções de gestão cultural e acadêmica, incluindo direção da Diretoria de Ação Cultural da UFM, direção do Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG e direção do Centro Cultural UFMG, além de coordenação de festivais, bienais e programas de residência artística.

Felipe Denuzzo (Felipe Denuzzo Junior)
Felipe Denuzzo é fotógrafo e terapeuta holístico de Ribeirão Preto, com atuação na interseção entre imagem, espiritualidade e psicologia. Desenvolve obras em fotografia fine art e arte computacional com foco em temas como identidade, excesso e autoconhecimento. Estuda Psicologia e explora recursos como o tarô e a simbologia imagética em sua produção artística e terapêutica. Com projetos que unem tecnologia e sensibilidade, propõe reflexões sobre o invisível que nos forma. Fundador da Iressence, pesquisa também o uso estético e terapêutico da fotografia como ferramenta de expansão de consciência.

Felipe Vasconcelos
Felipe Vasconcelos é um artista digital de Fortaleza, Ceará, Brasil. Seu trabalho abrange programação criativa, arte interativa, modelagem 3D, jogos, arte imersiva, animação 3D, videomapping e desenho. Possui formação em Interatividade e Programação Criativa pela EAV Parque Lage e é bacharel em cinema pela Unifor. Atualmente, cursa mestrado em artes pela Universidade Federal do Ceará, onde desenvolve uma pesquisa baseada em sua prática como artista de programação criativa. Seu trabalho já esteve em eventos e espaços como: Homeostasis Lab, Wrong Biennale, FILE Festival, Festival Ecrã, Seed’s Parallel Biome Hypothesis, MIS Ceará, 24#ART, Exposição EmMeio#17, CIACT-SAD 10, Fubar Glitch Art Festival, Salão Universitário UFC e Audio Rebel.

Fernanda Görski
Fernanda Görski (1998) é artista, atriz, educadora e pesquisadora. Bacharel em artes visuais pela UFRGS (2021). Em sua poética, explora questões sobre arte-vida, cotidiano, feminismos e tecnologia. Teve trabalhos expostos em mostras coletivas como The Wrong Biennale, Panelinha #2, Plataforma Verter, Galeria temporária do Espaço Lux , REDLEHA, Mostra 555: Audio Visual Sem destino e no CUBIC. Em 2020 teve sua carreira premiada pelo edital LAB POA referente a lei Aldir Blanc de incentivo à cultura. Gestora e idealizadora do Espaço Dobra, espaço cultural na cidade de Porto Alegre/RS. Produtora cultural do Burburinho : Circuito Independente de Artes Gráficas, o qual foi indicado ao prêmio Açorianos de artes plásticas em 2023.

Fernando Silva (Coletivo Lado B)
O Coletivo Lado B é um coletivo artístico e político formado por pessoas bissexuais, dedicado à criação, reflexão e difusão de narrativas dissidentes por meio da arte e do diálogo crítico. Reúne artistas com trajetórias diversas e complementares: Fernando atua no audiovisual e na música, com foco em performance ao piano e produção de video; Iriane é artista das artes plásticas e professora universitária, com trabalhos publicados no Instagram @ocincofotoarte, e a videoarte Lado B surge a partir de sua tese de mestrado; Gustavo desenvolve pesquisas e criações no teatro, explorando corpo e cena; Luara transita entre moda e artes plásticas, investigando identidade e estética; e Raissa é fonoaudióloga, contribuindo com escutas sensíveis sobre voz, expressão e comunicação. Além das experiências individuais, o Coletivo Lado B já integrou rodas de conversa na UNESP e realizou rodas de conversa e cine-debates online via Google Meet, ampliando espaços de visibilidade, troca e pensamento crítico sobre bissexualidade, arte e política.

flavia braga
Professora há 17 anos, artista e pesquisadora, doutoranda em Artes, atuando na interseção entre artes visuais, arte digital e jogos. Sua prática se desenvolve no campo da pesquisa-criação, articulando experimentação tecnológica e reflexão crítica sobre corpo, território, memória e violência colonial. Desenvolve projetos em formato de instalações interativas, jogos experimentais e dispositivos digitais concebidos para o espaço expositivo, ainda que em contexto de pesquisa. Sua produção prioriza processos, prototipagem e reprogramação de sistemas culturais e técnicos, investigando o jogo como dispositivo crítico e poético. Mantem produção acadêmica e prática artística em desenvolvimento, com foco na elaboração conceitual e na construção de obras voltadas à apresentação pública.

Fredé CF (Frederico Carvalho Felipe)
Fredé CF (a.k.a. Frederico Carvalho Felipe) é artista transmídia/multimídia, doutor pelo PPGACV da FAV-UFG (GO), professor do curso de Artes Visuais (Licenciatura) da Universidade Estadual de Maringá (PR) e integrante do grupo de pesquisa CRIA_CIBER (FAV/UFG). Pesquisa, cria e leciona arte, cultura visual, narrativas transmídia, arquétipos, mitos, lendas, oráculos, Estudos Culturais, audiovisual, fotografia, música e autoconhecimento. É autor de inúmeros álbuns musicais, vídeos, foto-narrativas poéticas, tarot, contos, poesias, games, fanzines entre outras obras artísticas oníricas transmidiáticas com temas reflexivos, autobiográficos e fantásticos.

Gabe Nascimento
gabe nascimento é um artista não-binário, cresceu na periferia de Belo Horizonte, mas teve uma importante parte da sua formação acadêmica e profissional em São Paulo: formou-se em história pela UNIFESP e atuou profissionalmente em escolas e museus da capital, como a pinacoteca do estado de são paulo e o museu de arte moderna de são paulo, onde foi arte-educador e descobriu-se um explorador e passou a dedicar-se a desenvolver práticas de estímulo à curiosidade. as indagações aos objetos, processos, conversas e contextos se traduzem em reflexões sobre a nossa realidade, cuja perspectivas subjetiva e global se interseccionam. atualmente desenvolve uma pesquisa no PPG em História da UFMG, onde investiga o contexto Iugoslavo da arte feita com computadores na década de 1970. expôs a obra “visceral” no PANORAMA 6 e a obra “Nunca mais: antifa-recipes” na exposição 13 scores against techfascism do projeto error 417 expectation fail e na exposição Antifasscim: now.

Gabriel Celestino
Artista visual e psicanalista. Doutorando (2025-2029) e Mestre (2023) em Poéticas Visuais pelo Instituto de Artes da UFRGS. Sua pesquisa investiga a interseção entre psicanálise, tecnologia e a ontologia da imagem, com foco na espectralidade e na memória. Diretor de filmes experimentais, seu trabalho atual explora a “autoria espectral” e o uso de inteligência artificial não como ferramenta de automação, mas como campo de curadoria do imaginário e da latência.

Gabriel Santana
Gabriel Santana é um artista negro que atua em Belo Horizonte. Graduado em Cinema de Animação e Artes Digitais e Mestre em Artes pela Universidade Federal de Minas Gerais. Atualmente doutorando na mesma universidade. O artista fez exposições individuais no Centro Cultural da UFMG (2024) e na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (2025) em Belo Horizonte , assim como no Centro Cultural da UFRGS em Porto Alegre (2025). Também participou de residência online internacional sobre arte e sustentabilidade pela Ontario College of Art & Design University (2022) e de exposições coletivas com trabalhos de fotografia, desenho e instalação, pela Expedição Fotográfica no Mercado Central da Globo Minas (2018), Museu de Arte de Goiânia (2021), Festival de Fotografia de Tiradentes(2022), Centro Cultural da UFMG(2022) e exposição Panoram4 do 8º CIACT (2023) e no Centro Cultural dos Correios em Niterói.

Giovana Domingos
Doutorando e mestre em artes visuais (UFSM); Bacharel em Dança (UFSM); Licenciado em Educação Física (FAC Campinas); Fundador da Casa Minos um ateliê-lar de pesquisa performativa; Atual coordenador da Associação de Pós-Graduação da UFSM; Atuou como professor substituto nos cursos de Dança da UFSM em 2025; Multiartista entre performance, dança, música, vídeo, lambe-lambe e poesia. Pessoa trans, não binárie e neurodivergente que atende por ele-dele diante de instituições acadêmicas.

Giovanna Lelis Airoldi
Giovanna Lelis Airoldi é violoncelista, performer, pesquisadora e compositora. Bacharel em violoncelo pela Universidade de São Paulo, é mestre e doutoranda pela mesma universidade, onde desenvolve pesquisa sobre a interface entre imagens sonoras e imagens visuais em processos de criação musical. Em paralelo, há dez anos atua profissionalmente em grupos orquestrais e grupos de câmara como violoncelista. Sua produção artística autoral está centrada na improvisação e explorações que envolvam música experimental, intermídias e interações entre música e tecnologia.

Giovanna Pizzini
Giovanna Pizzini, nascida em São Paulo e que reside atualmente em Belo Horizonte-MG, é artista visual graduada em Cinema. Sua prática abrange instalação, fotografia, pintura, performance, videoarte e escultura, com foco na investigação dos processos dialéticos entre o corpo e os materiais orgânicos. Em suas obras, explora ciclos de transformação da vida, propondo reflexões sobre percepção, corporeidade e os limites entre o corpo e o ambiente.

Guilherme Duarte
Guilherme Duarte é Artista Plástico e vive em Juiz de Fora. É Bacharel Interdisciplinar em Artes e Design pela UFJF (2025) e atualmente cursa o Bacharelado em Artes Visuais, também pela UFJF. Desenvolve sua poética a partir da vivência direta com o câncer, experiência que orientou seu interesse investigativo e conceitual para as relações entre corpo, doença e seus desdobramentos simbólicos, estéticos e políticos. Sua produção articula práticas artísticas e reflexão crítica, explorando o corpo como território de inscrição, memória e transformação.

Gustavo da Rosa
Estudante do doutorado e mestre em Design (PUC-Rio), Gustavo da Rosa trabalha com edição de vídeo e fotografia. Enquanto bacharel em Comunicação (IESB), teve a oportunidade de integrar diversas assessorias e produtoras de vídeo, além de instituições de ensino. Como docente substituto, ministrou disciplinas técnicas do Audiovisual no IFB. Desde 2022, contribui realizando oficinas sobre Tecnologia: Informática, Audiovisual e Inglês, com a EMEF Nova Esperança – situada no Território Indígena Bragança-Marituba, a Oeste do Estado do Pará. Gustavo é membro dos grupos de pesquisa Projeto Amazônia: Visualidade Gráfica, Poética e Imaginada, do Programa de Pós-Graduação em Design da Universidade de Brasília; Laboratório de Arte Eletrônica, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro; Escritos e Ditos, com a professora e artista Iracema Barbosa; e foi coordenador do projeto de extensão Pandemia, Para Quem?, no Instituto Federal de Brasília campus Recanto das Emas. É conhecido por seu trabalho enquanto técnico de captação de som direto nos longas-metragens ‘A Percepção do Medo’ (2016) e ‘Todas as Horas do Fim’ (2017).

Helena Bohn (Helena S. Macedo)
Helena (n. 2002, Curitiba, Paraná) é artista e comunicadora, graduada em Bacharelado em Artes Visuais pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná. Sua pesquisa artística começou em 2020, durante a pandemia de COVID-19, explorando a fotografia e a comunicação visual como formas de expressão. Durante a graduação, sua prática se concentrou em autorretratos fotográficos e investigações teóricas sobre o corpo do artista e suas representações.

Helena Hernández-Acuaviva e Irene Quiñonero-Puey
Helena Hernández-Acuaviva (Sevilha, 1995). É graduada em Belas Artes (Universidade de Sevilha, US), com Mestrado em Arte (US) e Mestrado em Design (UDIMA). É estudante de doutorado em regime de cotutela internacional em Arte e Pesquisadora em Formação (PIF) na US, com carga docente. Faz parte da Equipe de Pesquisa do Projeto I+D+i ASTER+S (FCT-23-19716) e foi pesquisadora contratada associada ao Projeto I+D+i ASTER (US-1381015). Recebeu quatro bolsas (AUIP, IMT e dois auxílios VII-PPIT-US) para realizar estágios de pesquisa no Brasil. Participou de múltiplas exposições, projetos artísticos, publicou em revistas internacionais, participou de congressos relacionados à arte e recebeu diversos prêmios por sua obra. É membro do Grupo de Pesquisa HUM822: Gráfica e Criação Digital (US) e do GIIP (UNESP).
Irene Quiñonero-Puey (Sabadell, 2000) é artista visual e pesquisadora. Graduada em Belas-Artes (Universidad de Sevilla, US) e com Mestrado em Desenho, Ilustração e Criação Audiovisual (UGR) é doutoranda no Programa de Arte e Património da US. A sua pesquisa situa-se na intersecção entre arte, ciência e tecnologia, com interesse nos fenómenos não visíveis e na tradução visual de processos biológicos e óticos, recorrendo a ferramentas como a microscopia e a imagem digital. É membro do Grupo de Pesquisa HUM822: Gráfica y Creación Digital (US). Participou em exposições, congressos e projetos colaborativos no âmbito das práticas artísticas contemporâneas de caráter interdisciplinar.

Helena Zimbrão, Igorland e Veronica Cerrotta
Somos três artistas que exploram a linguagem audiovisual de maneiras híbridas, investigando interseções entre o digital e o analógico. Helena Zimbrão e Igorland possuem formação em cinema, e Veronica Cerrotta em música. Nesse projeto, misturam suas pesquisas, explorando um campo transdisciplinar e flertando com a improvisação para obter resultados únicos a cada apresentação.

Henrique Vaz
Henrique Vaz é pesquisador-criador, professor do Programa de Pós-Graduação em Artes, Cultura e Linguagens da UFJF, onde coordena os grupos “Programação Criativa como Chave Pedagógica” e “Gambioluteria: da Programação Orientada à Gambiarra ao Entalhe da Luteria Pós-Digital”. Com formação em composição, ciências da computação e música com ênfase pedagógica, sua prática se desenvolve entre ensaios, oficinas e experimentações algorítmicas que investigam os impactos sociotécnicos da informação digital, as políticas de acesso e direito cibernético, e os limites do sujeito sob regimes de virtualização e colonização algorítmico-genética. Atua na intersecção entre modelagem computacional e composicional, síntese sonora e visual, e explora notações e sintaxes emergentes no campo das práticas criativas.

insiranomeaqui (Yvy Alves Cavalcante)
Nascido em Sobradinho, Brasil, Yvy Alves Cavalcante cresceu entre o Cerrado e o Sertão. Desde 2022, atua entre artes visuais e cinema, explorando tecnologia, ecologia, arte e ancestralidade por meio de exposições, websites, filmes e performances. Formado em Cinema pela Universidade Federal do Ceará, pesquisa sob o tema “Cada Rio é uma Serpente: Anatomia de um Monstro”. Participou do Laboratório de Experimentação em Estéticas Audiovisuais (LEEA), recebeu bolsas da CAPES, curadoriou a mostra de cinema expandido PERCURSOS e foi jurista acadêmico do Cine Ceará. Bolsista do projeto “Inundação” (2022) e pesquisador de “A Grande Eclosão” (2024), participou de mais de 40 projetos cinematográficos e dirigiu o curta “Sol Inundação” (2026). Sua produção visual inclui ilustração, escultura, fotografia e vídeo, com obras apresentadas no Berliner Festspiele, CASA BRASIL e Salão de Abril. Fundou a galeria virtual ILHA | Arquipélago Febril e a produtora Margem Selvagem. Atualmente, desenvolve o documentário “Prata Rara”, sua pesquisa “Outras Histórias Sobre A Temperatura” e escreve seu primeiro longa-metragem.

Isabella Beninca
Isabella Beninca é artista multidisciplinar, roteirista e diretora de arte, com formação em Engenharia Aeronáutica pela USP e especialização em Direção de Arte Audiovisual pelo Senac-SP. Sua prática articula arte, tecnologia e pensamento crítico, com foco em animação 3D, motion design e experiências imersivas. Atua tanto em projetos autorais quanto comerciais, desenvolvendo narrativas visuais que investigam identidade, coletividade e transformação social. Interessa-se por temas ligados à filosofia, psicologia e teoria social, com influência de autores como Camus, Deleuze, Spinoza e Mark Fisher. Trabalhou com clientes nacionais e internacionais como Estúdio Lâmina, Volt Club, Ugami Mercado Natural e Lilac Grove Entertainment, além de integrar produções culturais como a exposição imersiva Ser Sonoro (Sesc Vila Mariana) e a série documental “Seremos Ouvidas”, baseada no documentário de mesmo nome. Seus trabalhos transitam entre cinema, videoarte, videomapping e instalação digital.

Isabella Ogeda
Isabella Ogeda é artista visual e pesquisadora, com formação em pintura pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro e mestrado em Art+Espace pela ENSAD Paris. Sua prática articula performance, vídeo, pintura e pesquisa material, investigando processos de transformação da matéria, memória institucional e relações entre arte e ciência. Desenvolve projetos em colaboração com cientistas e instituições de pesquisa, explorando metodologias laboratoriais, resíduos e materiais forenses como dispositivos artísticos. Participou de exposições e programas internacionais, incluindo a Bienalsur (Argentina) e projeções no IMMA – Irish Museum of Modern Art (Dublin). Atuou como assistente de pintura em grandes comissões institucionais e realiza pesquisas transdisciplinares voltadas à ecologia, arquivo e epistemologias não hegemônicas.

Isadora Alonso e Paco Vasconcelos
Isadora Alonso é artista da cena, bailarina, professora e pesquisadora, Isadora atua nas áreas de ballet, jazz e dança contemporânea. É mestranda em Artes da Cena pela UNICAMP, onde desenvolve pesquisa em dança interativa, som e tecnologia, articulando criação artística e investigação acadêmica. Atua como docente em diferentes espaços de dança, além de integrar uma companhia de ballet como bailarina. Participou de festivais e eventos relevantes, como Sesc, FILE – Festival Internacional de Linguagem Eletrônica, São Paulo Contemporary Composers Festival e Choreographic Coding Lab na Alemanha. Integra o Núcleo de Dança Redes, desenvolvendo processos criativos interdisciplinares. No campo artístico-pedagógico, ministra cursos e oficinas voltadas à improvisação, musicalidade, relação corpo–som–tecnologia e conteúdos formativos sobre práticas e contextos da dança. Sua produção inclui trabalhos apresentados em congressos, festivais e mostras nacionais e internacionais, além de publicações sobre dança e novas tecnologias digitais.
Paco Vasconcelos é artista multidisciplinar que articula Design, Dança e Tecnologias Digitais, investigando as corporeidades contemporâneas e a criação de interfaces como processo coreográfico. Sua prática transita entre a virtualização do corpo e suas mediações técnicas. Atuou em performances de acrobacia aérea e solo com o Casulo de Artes Circenses e integrou grupos como DIG (De Improviso Gang), além de criar o solo “Salomé”, inspirado em Oscar Wilde. Atualmente, participa de “ATO”, da Cia. Fragmento de Dança, e é intérprete da Cia. Carne Agonizante desde 2023, destacando-se em “MR8”, vencedor do Prêmio APCA 2024 de melhor coreografia. Com formação independente em dança contemporânea, butô e improvisação, é mestrando na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Em Design, é mestre pela Universidade Federal de Pernambuco e atuou como UI/UX Designer na CI&T, desenvolvendo interfaces para grandes organizações.

João Vilnei
João Vilnei é artista. Doutor em Arte e Design pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (2017), com apoio por financiamento da Fundação para a Ciência e a Tecnologia FCT / POPH / FSE, Mestre em Criação Artística Contemporânea pela Universidade de Aveiro (2010) e bacharel em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda pela Universidade Federal do Ceará (2007). Professor adjunto do curso de Design Digital e permanente do Programa de Pós-Graduação em Artes, ambos da Universidade Federal do Ceará. Integra o Laboratório de Investigação em Corpo, Comunicação e Arte – LICCA/UFC, registrado no Diretório dos Grupos de Pesquisa do CNPq, e o Instituto de Investigação em Arte, Design e Sociedade – i2ADS/FBAUP. Participou do “Projeto Balbucio” durante toda a sua existência (2003-2011). Teve trabalhos expostos em cidades como Berlim-ALE (2013), Torres Vedras-PT (2014), Flórida-EUA (2015), Penafiel-PT (2016), Lousã-PT (2019), Quixadá-BR (2025) e Belo Horizonte-BR (2025).

Jonas Esteves
São Paulo, 1983. Vive e trabalha entre Rio de Janeiro e Santa Catarina.
A observação do funcionamento de máquinas é constante em sua pesquisa e muitas de suas obras envolvem desmontagem e remontagem de objetos, gambiarras, hackeamento de dispositivos, construções de objetos híbridos e processos experimentais. Em sua poética busca desvirtuar tecnologias e dispositivos a fim de lhes empregar outras funcionalidades e usos, criando assim novos sentidos e por vezes se opondo ao aceleracionismo imposto pela crescente utilização e sobreposição de tecnologias no contemporâneo.

Jorge Franco
Pós-doutor: Cátedra Alfredo Bosi de Educação Básica, Instituto de Estudos Avançados – Universidade de São Paulo (IEA-USP). Doutor: Letras (letramento digital) – Programa de Pós-graduação em Letras da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM). Mestre: Ciências de Ambientes Virtuais (MSc In Virtual Environments) pela Universidade de Salford, Inglaterra. Graduação: Letras – Faculdade Santana e São Paulo. Cidade: São Paulo.

José Loures
Artista multimídia, professor de histórias em quadrinhos e produtor cultural. Docente de Arte/Artes Visuais na Secretaria Estadual de Educação de Goiás (SEDUC-GO). Doutor em Artes (UnB). Mestre em Arte e Cultura Visual (UFG). Especialista em Ensino de Artes Visuais: abordagens metodológicas e processos de criação (UFG). Especialista em Docência na Educação Profissional, Técnica e Tecnológica (IFG). Licenciado em Formação Pedagógica (IFG). Graduado em Artes Visuais (UFG). Pesquisador no Coletivo Interdisciplinar de Pesquisa em Games (CIPEG) e Comunidades Virtuais (IFBaiano). Atua nas linguagens de arte computacional, histórias em quadrinhos, webarte, fake arte, performance e gamearte. Também pesquisa transhumanismo, videogames, jogos de tabuleiro, cibercultura, sexualidade e práticas divinatórias.

Joubert Arrais
Artista-dançarino, crítico de dança e professor universitário. É cearense-alagoano e, atualmente, vive e trabalha em Juazeiro do Norte/CE, lecionando na Universidade Federal do Cariri (UFCA). Como criador artístico, trabalha com solos autorais de Dança com Performance, como o espetáculo “Eu danço Sambarroxé” (Pesquisa Sambarroxé, 2007-2011), a performance “Virar Bicho” (cem – centro em movimento, 2010-11) e o experimento dançado “Projeto Masculina. A senhora tá tão masculina!” (Programa Iberescena e Interações Estéticas Funarte-MinC, 2013-atual). Tem doutorado em Comunicação e Semiótica (PUCSP, 2015), é também mestre em Dança (UFBA, 2008) e bacharel em Comunicação Social/Jornalismo (UFC, 2003), com formação artística pelo cem – centro em movimento (Lisboa, 2009-2011) e pós-doutorado em Artes pelo PPGArtes-UFC (2023-24).

Julia Brasil
Julia Brasil é artista-pesquisadora-do-calor-etc. É mestre em Estudos Contemporâneos das Artes. Em sua prática investiga o calor como mídia e como ele reorganiza percepções no contexto da arte contemporânea. Seu trabalho já integrou exposições no Museu de Arte de Goiânia, no Museu de Arte Metropolitana de Curitiba, no Centro Cultural Hélio Oiticica, além de galerias, festivais e mostras virtuais. Em 2021 foi contemplada com a Processing Fellowship Program, dedicada à ampliação do acesso à plataforma para artistas falantes de português, e em 2022 recebeu o Prêmio Memorial de Vivências na categoria Artes Visuais.

Julia Neres (JN) (Julia Cristina Neres Santos)
Julia Neres (JN) é educomunicadora, designer e artista, atuando com comunicação, educação e arte. Graduanda em licenciatura em Educomunicação na ECA/USP, integrante do Coletivo Mirante e d’O Corre Coletivo da zona sul de São Paulo, onde desenvolve projetos de educomunicação que conectam arte, território e impacto social. Suas áreas de atuação são arte, educomunicação, comunicação e UX/UI, com ênfase em projetos socioculturais, comunicação institucional e desenvolvimento de materiais educativos.

Karen Caetano e Lynn Carone
Karen é artista visual e fotógrafa. Investiga memória, identidade feminina e camadas do tempo por meio de performance, imagem e tecnologias. Atua entre práticas individuais e coletivas, expandindo a fotografia como espaço de escuta e invenção. Bolsista CAPES no Mestrado em Design da Universidade Anhembi Morumbi. Lynn é artista multimídia e pesquisadora brasileira, lecionou Artes no Instituto de Artes (UNB), é mestre e doutoranda em Arte e Tecnologia e bolsista CAPES pela Universidade de Brasília. Atua em videoarte, videoperformance, fotografia, instalação, objeto, desenho, pintura e gravura. Explora poéticas cartográficas e o conceito de site specificity nas tecnologias contemporâneas e investiga relações interespecíficas, as fronteiras entre urbano e natureza. Participou de exposições no Brasil e no exterior. Participou da residência Imersão Natureza, Arte e Tecnologia, organizada pela Fundação Itaú e Instituto Ling. Integra projetos contemplados pelos editais ProAC (2023) São Paulo e FAC/DF (2023–2024), Distrito Federal, para circulação, performance e publicação de sua dissertação de mestrado.

Karolina Cykowska-Halczuk
I am a virtual space designer, assistant professor at the Eugeniusz Geppert Academy of Art and Design in Wrocław (Poland), and an art director in the game industry. My professional practice develops along two main paths: authorial experimental research projects and commercial works created within multidisciplinary teams. I explore the boundaries of virtual space and immersive storytelling, working with extended reality, computer games, mobile applications, multisensory installations, and experimenting with 3D printing.I actively participate in the global creative community and have presented my work at numerous international festivals and exhibitions across Europe, the United States, and Asia, including events in Germany, Greece, Korea, the USA, Cyprus, Romania, Spain, and the Czech Republic. My practice is also embedded in the Polish design and technology scene, with presentations at major national festivals and exhibitions focused on digital culture, games, and design.

Kenjiro Igarashi
Estudante de Direção Cinematográfica na Universidad del Cine (Buenos Aires, Argentina), desenvolve uma trajetória situada na interseção entre cinema e artes visuais, mobilizando conceitos da psicanálise como campo teórico de interlocução. Seu percurso é marcado por processos formativos e explorações conceituais que problematizam os processos de subjetivação, a contingência da identidade e o papel do outro, a partir de meios e dispositivos audiovisuais concebidos como operadores da experiência e da relação com a imagem. Possui formação complementar em cinema e psicanálise, tendo participado de cursos, seminários e atividades formativas na Universidad de Buenos Aires, no Centro de Estudos Psicanalíticos e no Instituto Gerar de Psicanálise. Esses estudos concentram-se nas articulações entre linguagem audiovisual, psicanálise e arte contemporânea. No âmbito de sua formação prática, realizou a instalação interativa ´´Bhakati?´´, apresentada no Museo de Arte Moderno de Buenos Aires (MAMBA), em parceria institucional com a Universidad del Cine, como trabalho final da disciplina ´´Tecnicas Audiovisuales II´´.

Leona Machado
Leona Machado é artista não-binária, formada pela UFF, e trabalha com interseções entre arte, tecnologia e linguagem, especialmente no contexto de gênero. Sua produção artística tem como base o uso de meios computacionais, desde algoritmos convencionais à circuitos de eletrônica digital, e assume um tom irônico na apresentação de questões de gênero por um viés lógico-matemático. Leona participou do sexto ciclo de residência artística da Casa da Escada Colorida (RJ) e atuou como bolsista do Programa Imersão da Escola de Artes Visuais do Parque Lage em 2023; e realizou as exposições individuais ‘Real Time Transfobia’ no Centro de Artes da UFF em 2023 e ‘Tripartido’ na Galeria Gaia da UFF em 2025. Atualmente é doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da USP e é integrante do grupo de pesquisa e extensão Realidades.

Liel Gabino
Liel Gabino é artista e pesquisadora. Mestranda em Artes na linha de pesquisa em Artes Visuais pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), é bolsista CAPES e bacharela em Artes Visuais (Habilitação em Desenho) pela mesma instituição. Sua prática investiga a ontologia da imagem gráfica a partir da materialidade do desenho, examinando as fraturas entre forma e informe, representação e inscrição. Interessa-se pelas operações de destituição da figura, pela dimensão tátil do grafite e pelas implicações teóricas do informe na tradição do disegno, articulando reflexão crítica e produção artística como instâncias indissociáveis. Realizou a exposição individual Dados Entrópicos (2025) e participa de exposições coletivas desde 2022. Em 2024, sua pesquisa foi reconhecida com o Prêmio de Destaque na Semana do Conhecimento da UFMG. Integra o grupo de pesquisa BE-IT: Bureau de Estudos sobre a Imagem e o Tempo, dedicando-se ao estudo das imagens como acontecimento e campo de instabilidade material.

Lilian Amaral / HolosCi[u]dad[e]
Artista visual, pesquisadora e curadora internacional no campo da arte pública relacional em contexto ibero-americano. Doutora (2010) e Mestre (2000) pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo e Universidade Complutense de Madrid (2000/2010). Pós-Doutora em Arte, Ciência e Tecnologia pelo IA/UNESP (2013). Pós-Doutora em Arte e Cultura Visual pelo PPG FAV/UFG e Universidade Barcelona/ES (2014). Possui obras em acervos em museus e espaços públicos no Brasil e exterior. Lider do Grupo de co-pesquisa e co-criação em arte, ciência e tecnologia em rede iberoamericana HolosCi(u)dad(e) / MediaLab UFG BR – ww.holos.espai214.org. Pesquisadora e Docente convidada junto ao PPGHDL / DIVERSITAS USP. Dirige o Observatório de Educación Patrimonial e a Rede Internacional de Educação Patrimonial (International Network on Heritage Education) em contexto latino-americano www.oepe.es. Seu foco investigativo centra-se nas relações entre práticas artisticas, artivismo, ecossistemas poéticos e ambientais, copesquisa e redes de co-criação contemporâneas. Professora Colaboradora do PPG ACT Artes, Culturas e Tecnologias – MediaLab BR/UFG.

linscker (Linscker Marim)
Sou artista visual, pesquisadora e professora, formada em História pela federal de Rondonópolis e com especialização em Visual Merchandising e Processos Comerciais pelo Instituto ProMinas. Minha produção atravessa moda, arte têxtil, performance e audiovisual, investigando as relações entre corpo, identidade de gênero e processos de transição, articulando poéticas que tensionam normas estéticas e sociais. A videoarte “Trans•forma•ação”, realizada em produção coletiva com mais três artistas de Rondonópolis (MT), foi selecionada e exposta no 26º Salão Jovem Arte de Cuiabá (MT). Embora seja uma obra coletiva, foi esse trabalho que marcou minha inserção no cenário artístico, ampliando minha atuação para além do campo da moda e consolidando minha presença na cena cultural mato-grossense. Sou idealizadora da exposição individual “Entre Fios & Tramas: TRANSgressões de Gênero”, realizada com financiamento da FARM e do Instituto Precisa Ser no ano de 2024, na qual articulei moda, memória e dissidência de gênero a partir de uma perspectiva crítica e sensível sobre o corpo trans. Em 2023, participei da 53ª Casa de Criadores, em São Paulo, inserindo minha pesquisa autoral no circuito nacional da moda independente. Também tenho desenvolvido peças autorais em cerâmica fria, explorando anatomias híbridas, tensionamentos corporais e simbologias ligadas à construção identitária. Atuei como professora no SENAC-MT, ministrando cursos na área de moda, como Corte e Costura, Modelagem do Vestuário e Customização, além de desenvolver materiais paradidáticos voltados à formação técnica e crítica dos estudantes. Minha trajetória integra produção artística, pesquisa e docência como campos indissociáveis, entendendo a arte como ferramenta de transformação estética, política e pedagógica.

Lucas Pamio
Lucas Silva Pamio é artista, arquiteto, pesquisador e poeta. Formou-se em Fotografia Digital pela Escola Panamericana em 2012, é Bacharel em Arquitetura e Urbanismo (2017), Especialista em Planejamento Urbano e Políticas Públicas (2021) e Mestre em Arquitetura e Urbanismo (2025). Sua produção articula artes visuais, fotografia e reflexão crítica sobre cidade, território e paisagem contemporânea, cruzando rigor técnico, investigação teórica e construção poética da imagem. Desenvolve pesquisas e trabalhos que exploram memória, processos urbanos e modos de habitar, operando entre o campo artístico e o acadêmico. Como poeta, possui publicações em coletâneas e participação em concursos literários. No campo da fotografia, integra exposições e festivais como o Festival de Fotografia de Paranapiacaba (2023), EIXO (2021) e Fotografa Rancho Queimado (2022). Sua prática assume caráter experimental e investigativo, buscando tensionar limites entre imagem, espaço e narrativa, sem separar forma, conceito e experiência sensível.

Lucia Vignoli (Maria Lucia Vignoli Rodrigues de Moraes)
Lucia Vignoli – Doutora em Arte e Cultura Contemporânea – UERJ. Professora de Artes do Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES /RJ). Participa do grupo de pesquisa ArteGestoAção, tecendo práticas que se interligam para uma educação antirracista, feminista e ecológica. Atualmente pesquisa a confluência entre Arte e Agroecologia na educação com surdos e realiza os projetos Semearte: vivências entre Arte e Agroecologia e projeto Estandartes.

Luiza da Motta Horn
Luiza da Motta Horn (Porto Alegre,1998) é artista visual, ceramista e professora. Formada em Artes Visuais pela UFRGS (2017–2022), cursou Mestrado em Cerâmica na Bath Spa University, na Inglaterra (2023–2024) e atualmente é doutoranda em Poéticas Visuais pela UFRGS (2025-2029). Desde 2018 trabalha como artista autônoma sob o pseudônimo Cerâmica Torta (@ceramica_torta no instagram). Participou de exposições no Brasil e no exterior, como “Potluck” e “Play the Museum III” (Bath, 2024), 33º Salão Bunkyo (São Paulo, 2024), “Sussurros do Grotesco” (Porto Alegre, 2024), entre outras.

Luiza Fontes
Luiza Fontes, publicitária, com formação também em Letras e doutoranda em Estudos de Linguagens. Dedica-se à investigação da relação criativa entre palavras e imagens, uma paixão que se reflete tanto na prática profissional quanto na produção artística. Suas obras exploram o hibridismo de linguagem, permitindo que a poesia ganhe cores e texturas por meio de colagens.

Luiz Felipe Regaço
Luiz Felipe Regaço é um fotógrafo premiado e graduando em Engenharia de Software e Fotografia pela UniCesumar. Aos 28 anos, sua atuação destaca-se pela convergência entre artes visuais e vanguarda tecnológica, utilizando IA Generativa e Engenharia de Prompt para ressignificar identidades culturais e territórios urbanos. É detentor do 1º lugar no 4º Prêmio Fenig (2025) e foi o maior vencedor da 14ª Semana Fluminense do Patrimônio, além de premiado no concurso de fotografia da UNIRIO. Seu trabalho autoral obteve projeção nacioanl e internacional através de publicações por Sony Alpha (América Latina), Motorola, Google e Caixa Econômica Federal. Como estudante e polímata, Luiz Felipe integra competências técnicas e sensibilidade artística para fortalecer o sentimento de pertencimento, unindo um acervo fotográfico de excelência a inovações digitais validadas por milhares de seguidores em suas plataformas.

Maiana Nussbacher
Sou formada pela FAAP em São Paulo, recentemente fiz uma individual na Galeria Kovac & Vieira e usei Realidade Aumentada. Fiz várias especializações em artes e cursos variados inclusive com vidro soprado. Tive como curador Paulo Pasta e Fabio Miguez, participei do grupo Fidalga dos artistas Sandra Cinto e Albano Afonso. Fiz uma individual na Galeria Bras Cubas na Secretaria de Cultura de Santos, Expus em Porto Alegre na Bienal do Mercosul, participei de exposições coletivas na Casa Tato, Unibes Cultural,15 Salão de Arte Bunkyio, no Salão 21 mostra cascavelense de artes plásticas no Mac de Cascavel no Paraná, fui premiada pelo MAC de Mato Grosso do Sul- Edição 2014, Expus coletivamente em algumas instituições renomadas e fiz 2 individuais ao longo de 26 anos.

Marc do Nascimento (Marcos do Nascimento Saad)
MARC DO NASCIMENTO (1990) é um artista visual de São Paulo, onde vive e trabalha. É formado em arquitetura pela USP e mestre em artes plásticas com ênfase em poéticas visuais pela ECA-USP. Sua obra consiste em pinturas, esculturas e objetos, feitos com materiais e formas comumente encontrados em design gráfico, arquitetura e paisagens urbanas. Já expôs seu trabalho em instituições culturais públicas e galerias privadas, como o Museu de Arte Contemporânea de São Paulo, o Centro Cultural Maria Antônia, o Museu de Arte de Ribeirão (SP), o Museu Dom Ernesto de Paula (PR), a Pinacoteca de São Bernardo do Campo (SBC), a Universidade do Estado de Santa Catarina (SC), o IAB-SP, o SESC – Ribeirão (SP), a Galeria IBEU (RJ), a Galeria OMA (SBC), a Galeria Zipper (SP), a Galeria Lona (SP), Galeria Belizário (SP), Galeria Leo Bahia (ES), Raum linksrechts (Hamburgo), entre outras.

Marcela Cavallini
Artista, professora e pesquisadora. Doutora em Artes Visuais pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Licenciada em Dança pela Faculdade Angel Vianna e em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Possui formação profissional em Dança Contemporânea pela Escola de Teatro e Dança Fafi-ES. Sua pesquisa e produção situam-se no campo da pesquisa-criação em artes, com ênfase em processos colaborativos, performance, dança, corpo, mídia e práticas artísticas situadas, articulando questões de gênero, território e engajamento socioambiental. Atualmente integra o BRISA Lab – laboratório de performance + mídia + questões ambientais e participa do projeto Floresta de Marés, comissionado pelo Humboldt Forum (Alemanha) e pelo Instituto Goethe-Rio. Está também em desenvolvimento do espetáculo premiado pelo edital de montagem da Secult-ES Terra que Acaba.

Marcela Maciel (Sinfonia na Cidade)
Natural de Sete Lagoas (MG), reside em Erechim (RS). É artista, educadora extensionista e cientista interdisciplinar com sua trajetória marcada pela experimentação com o som como meio de investigação da identidade cultural e da memória coletiva. Seu trabalho transita entre arte e ciência, explorando paisagens sonoras por meio de gravações de campo, cartografias e intervenções urbanas. Integrando arquitetura, urbanismo, acústica, artes e tecnologia, cria experiências sensíveis que expandem as fronteiras da paisagem sonora no Brasil. Graduada em Arquitetura e Urbanismo pela UFMG, com doutorado em Engenharia Mecânica (UFU) e Pós-Doutorado em Arquitetura (UFRJ), é professora associada da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) – campus Erechim (RS) – atuando no Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas (PPGICH).

Marcus Vinicius Diniz
Marcus Vinicius Diniz (PA/GO) é graduando em Cinema (UEG). Investiga memória, território e construção civil em fotografia e instalação.

Marina S. Alves
Fotógrafa negra educadora, curadora autoral, bacharel em Ciências Sociais pela Universidade Federal Fluminense, em Relações Internacionais pela Universidade Cândido Mendes e Especialista em Educação das Relações Étnico Raciais pela CEFET/RJ. Técnica com Comunicação Social pela Instituto de Tecnologia ORT, momento em que começa a trabalhar com Fotografia. Foi formadora do projeto A Cor da Cultura e Coordenadora do Curso de História e Educação das Relações Étnico raciais organizado pelo Centro de Articulação das Populações Marginalizadas (CEAP). Diretora de Fotografia dos documentários Sementes: Mulheres Pretas no poder (Dir. Julia Mariano e Ethel Oliveira), SobreNós (Dir. Naína de Paula/ Globoplay) e do curta-metragem Um grito parado no ar de Leonardo Souza ganhador do LabCurta. Jurada do concurso de fotografia Prix da Aliança Francesa durante dois anos. Atuou como videomaker na equipe de Photo & AV da Netflix na série Os quatro da Candelária e como videomaker de marketing e making of do Reality No Jogo que exibido pela Universal TV e Canal E! Foi primeira assistente de câmera do longa-metragem Percursos (Dir. Sil Azevedo) e operadora de câmera no curta metragem do projeto Do Kongo ao Valongo (UNIRIO) em parceria com o Festival Festikongo em MbanzaKongo, Angola. Durante sete anos integrante da equipe pedagógica e coordenação do Programa Cultura de Direitos da Oficina de Fotografia e Audiovisual oferecido pela Prefeitura de Maricá. Atua como Educadora de Fotografia e Operação de Câmera no Centro de Referência em Audiovisual Senai/Firjan em Laranjeiras e na COART/UERJ, onde ministra uma oficina de Organização das Memórias Sociais. Integrou a equipe de curadoria do FotoRio em 2023 e faz parte do Coletivo Fotografia, Periferia e Memória desde 2024. Como artivista visual concebeu a Exposição Amamentamos esse País em parceria com o movimento de mães vítimas da Violência do Estado. Como curadora assina exposições como Oye Omi de Thiago Britto na Galeria Tropigalpão; Força, Tensão e Equilíbrio de Edu Monteiro na galeria de Artes da UFF, Os Caçadores de Pipas de Léo Lima no Sesc Madureira e a exposição itinerante Um olhar no cinema de Luciano AC exposta em equipamentos públicos da cidade de Maricá. Criadora do Ateliê casa 3, onde desenvolve seus projetos autorais e realiza residências junto com artistas parceiros.

Maximílian Rodrigues
Artista visual, pesquisador e professor de Artes, residente em Manaus, utiliza smartografia, manipulação digital e inteligência artificial generativa para criar obras que exploram o contraste entre o urbano e a natureza na Amazônia, com destaque para o elemento água como fonte de reflexão. Suas vivências pessoais e memórias afetivas influenciam seu processo criativo, resultando em trabalhos que revelam novas camadas e possibilidades visuais. Graduado pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM), onde obteve licença para lecionar em 2017, ele também concluiu o mestrado em Artes Visuais na UFRGS/UFAM (2022) e atualmente cursa o doutorado na mesma área. Desde 2020, é professor na Secretaria de Educação do Amazonas, enquanto continua a pesquisar e expor sua produção artística em plataformas digitais como Instagram, Facebook e seu site pessoal.

Mayssa Leão
2025 Obra incorporada ao Museu Cais do Sertão do estado de Pernambuco
2024 Obra incorporada ao Museu do Estado de Pernambuco (MEPE)
2025 Exposição Individual “Somos poeiras de estrelas” no Museu Cais do Sertão/PE
2025 Iº Exposição do NACC no Museu Cais do Sertão (PE)
2025 XXIV Exposição de artes do IMIP no Museu do Estado de Pernambuco
2025 8º Salão de Artes de Pinhais (PR)
2024 XXIII Exposição de artes do IMIP no Museu do Estado de Pernambuco
2024 e 2023 Coletivas femininas “Elas pintam o 7” na Galeria Janete Costa em Recife
2024 “100 anos do Surrealismo: uma abordagem contemporânea”, Museu Murilo La Greca (PE)
2024 30º Salão de Artes de Vinhedo (SP)
2024 7º Salão de Artes de Pinhais (PR) com menção honrosa
2024 “Luz e Cor: diálogos do impressionismo e pós-impressionismo, Galeria Janete Costa (PE)
2024 140º Salon des Indépendants, em Paris (FRA)

Mirele Castanheira Brant
Mirele Brant, 1982, Belo Horizonte – MG. Graduada em Artes Plásticas pela Escola Guignard/UEMG e Estilismo e Modelagem do Vestuário pela UFMG. Mestrado em Educação e Comunicação pela Universidade de Brasília – UNB. Doutora em Linguagens na linha de pesquisa Discurso, Mídia e Tecnologia no programa Posling do Cefet – MG. Artista visual, professora, pesquisadora e curadora. Trabalha com pintura, desenho, colagem e instalação explorando a figura feminina na publicidade de moda, os arquétipos, mitologias e imaginários relacionados ao feminino.

Mônica Flávia
Mônica Flávia Cardoso Carvalho é fotógrafa, repórter fotográfica (DRT 1728/SE) e tecnóloga em Produção Cultural. Atua nas interseções entre fotografia documental, artes visuais contemporâneas e projetos culturais com foco em temas sociais. Sua trajetória inclui seleções e premiações em importantes concursos e salões de arte nacionais, além de exposições individuais e coletivas. Com sólida formação complementar em direção de arte e fotografia contemporânea, Mônica constrói narrativas visuais marcadas pela força do impacto e da reflexão. Seu trabalho pode ser acompanhado no Instagram: @monicafccarvalho

Nathalia Leter (Nathalia Gouveia Corrêa Leite)
Nathalia Leter é artista visual, performer e educadora somática, com atuação transdisciplinar entre artes visuais, performance, práticas sensoriais e ecologia. Mestre em Arte-Educação pela UNESP, desenvolve investigações artísticas baseadas no gesto, na experiência sensorial e na prática somática, articulando desenho, sonoridade e movimento. Entre 2013 e 2020, realizou vivências filosófico-sensoriais centradas na experiência gustativa, dialogando com a estética relacional e perspectivas ecológicas. Idealizou e produziu o festival O Gosto Como Experiência, em parceria com o SESC-SP, e desenvolveu o projeto Sala Nômade de Chás, combinando instalação, performance vocal e condução somática. Desde 2018, aproxima sua prática da permacultura e de contextos comunitários. Participou das exposições Invisibilidades Emergentes (2018), com a performance HÁ LACUNAS EM MIM: PREENCHA-ME COM SUAS PAISAGENS INVISÍVEIS, e O que não é floresta é prisão política (2019), com a obra vocal FLORESTA. Entre 2023 e 2025, desenvolveu o projeto LABios – Laboratório de Práticas Biopoéticas. Atualmente, vive e trabalha no meio rural, investigando desenho por hachura e pigmentos botânicos.

Neanhy Gade (Allyneanhy Gade Nunes Alves Oliveira)
Designer, artista visual e pesquisadora. Doutoranda em Arquitetura e Urbanismo e Design, na linha de pesquisa “Modelagem e Design da Informação”. Mestra em Comunicação e Culturas Contemporâneas pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Especialista em Assistência Técnica, Habitação e Direito à Cidade (2020), pela Residência em Arquitetura, Urbanismo e Engenharia da UFBA. Foi professora no curso de Design no IAUD/UFC (2018 a 2019) e Coordenadora de Curso e docente dos cursos relacionados à Indústria Criativa no SENAI CIMATEC, de 2020 a 2024. Desde a graduação, realiza projetos de design e já participou de exposições artísticas, tanto como designer curadora como artista. Atua como professora substituta de magistério superior no curso de Design (UFC). Atualmente, é membro do grupo de pesquisa LEDRx (IAUD/UFC) e LDI (IAUD/UFC), desenvolvendo pesquisas relacionadas a informação e realidades estendidas.

Nélio Costa / Pulsatrix
Graduado em Artes Plásticas pela Escola Guignard/UEMG, Mestre em Artes/Cinema pela EBA/UFMG e Doutorando em Media Artes pela UBI – Universidade da Beira Interior, em Covilhã/Portugal. É realizador audiovisual, com atuação na direção, produção, edição, som e exibição. Recebeu os prêmios de júri e de público no II Arte.Mov-Festival de Arte em Mídias Móveis com os vídeos Tocata e Fuga e Ant Mov, respectivamente. Em 2018 recebeu o prêmio de júri no InnerSound New Arts Festival, na Romênia, pelo vídeo Space Invader. Tem trabalhos exibidos na Itália, França, Rússia e Portugal. Em 2022 e 2024, foi um dos artistas selecionados no Cerrado Mapping Festival. Desde 2013 desenvolve ações no campo da Arte Urbana com projeções de imagens e textos em prédios. Atualmente se dedica a projetos de videomapping em espetáculos teatrais, musicais e performáticos, ampliando as ações de projeção.

Orangê ak Celso Lembi
Orangê ak Celso Lembi é artista, professor, pesquisador, programador criativo, curador e editor. Atua na interseção entre artes, utilizando luz, projeção, programação criativa e inteligência artificial. É doutorando em Artes pela UEMG (PPGArtes) e criador da Editora Orangê BR. Sua prática combina pedagogia crítica, tecnologia e fabulação poética, com foco em poéticas da luz, experimentações generativas e ativação de espaços urbanos e imateriais. Participa de exposições, coletivos e pesquisas como Vaga-lúmens, Impos-Tal e Círculo da Diversidade. Vive e trabalha em Belo Horizonte.

Osmar Domingos
Osmar Domingos é artista visual que atua entre escultura, arte eletrônica, vídeo e instalação, investigando materialidades instáveis, ficção especulativa e ecologias artificiais. Estudou escultura na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (2020–2025), onde também atuou como monitor, e desenvolve uma prática que articula processos escultóricos, sistemas digitais e audiovisual experimental. Realizou exposições individuais no Brasil e na França e participou de festivais e mostras internacionais de arte digital como 60Seconds Festival (Dinamarca), Videoformes (França), The Wrong Biennale (Polônia) e ScreenSaverGallery (República Tcheca). Foi finalista do Rhizome Microgrants (2025), recebeu o Prêmio Aliança Francesa de Arte Contemporânea (2016) e o Prêmio Elisabete Anderle (2018). Realizou residência artística na Cité Internationale des Arts, em Paris.

Pablo Vieira
Pablo Vieira é natural de Alexandria/RN e reside na cidade do Natal/RN. Seus trabalhos dialogam com teatro, performance, audiovisual, dança e poesia.

Paula Davies
Errante. Entusiasta das imagens tecnológicas. Atualmente construo conhecimento: aprendo, ensino, pesquiso e invento sobre cinema, audiovisual expandido, arte pós-digital e demais produções poéticas no âmbito da tecnologia. Minha pesquisa se concentra no desenvolvimento de proposições poéticas no audiovisual expandido e na arte pós-digital a partir de tecnologias digitais de simulação e modelagem de imagens, como renderização 3D, realidade aumentada e programação em JavaScript. Doutora em Artes Visuais pela ECA-USP (2024). Mestra em Estética e História da Arte pelo MAC-USP (2017). Especialista em Preservação de Acervos pelo MAST-RJ (2012). Formada em Audiovisual também pela ECA-USP (2008).

Paulo dos Reis
Formado em cinema de animação em 2023, já trabalhou em diversos jogos, curtas, comerciais e clipes, trabalha geralmente como animador e designer, editor de video e outras áreas do audiovisual.

pedro gabriel lima
Nascido em 2000, Pedro Gabriel Lima estudou composição musical na UFJF (2019-2025) e atualmente realiza o mestrado na UFMG (2025-) sob a orientação de Rogério Vasconcelos. Sua música foi premiada nos concursos “Amadança” (2017, Brasil) “Jovens Músicos”, da Orquestra Acadêmica da UFJF (2019, Brasil); selecionada no “Festival Escuta Aqui!”(2020 e 2021, Brasil); “XXX Panorama da Música Brasileira Atual” (2022, Brasil); “41ª Oficina de Música de Curitiba” (2024, Brasil) ; chamada do álbum “mix-FOF-cv-bang!” do Núcleo Música Nova (2024); “ Festival Plurisons” (2024 e 2025, Brasil); 11th St. Petersburg International New Music Festival “reMusik” (2024, Rússia); 3º “Festival de Música Nova e Novíssima” (2024, Brasil); Inštitut .abeceda “precept.concept.percept XIII” (2025, Eslovênia); “LIMS” ensemble (2025, Itália) e “IV SOMARUMOR: Encontro Latino Americano De Arte Sonora” (2025, Brasil) . Foi também vice diretor musical da “Companhia de Dança Contemporânea da Universidade Federal do Rio de Janeiro” (2021-2024), e um dos idealizadores do coletivo de fazeres artísticos não convencionais “Difluência” (2023), que conta com aproximadamente 90 membros e realiza eventos mensais, onde também ocorreram estreias de sua música.

Pedro Viadd (Pedro David)
Nascido em Ribeirão Preto e, atualmente, em Campinas é graduado, licenciado e mestre em Artes Visuais pela UNICAMP. Além disso, é professor de Artes na SME de Campinas. Enquanto artista-pesquisador, em 2025, participei do CIACT-SAD 10 – UFMG (exposição e apresentação de artigo), estive na exposição “XIII Visualidades” – UVA e participei de um e-book (Colóquios GIEPPA). Já em 2024, publiquei dois artigos – um deles na revista Desvio e o outro na revista Philia – participei de três congressos como comunicador (Campinas, São Paulo e Pelotas), tive obras apresentadas em três exposições (Rio de Janeiro, São Paulo e Campinas), assinei uma curadoria (Hematose Poética – Campinas), participei de dois livros (e-books XIII CIEHA – USP e Máquinas, corpos e grafias – LEPPAIS-RS), compartilhei meu trabalho prático na revista Artbluum e tive um poema publicado (UICLAP).

Piegas (Tiago Assunção Bruno de Souza)
Engenheiro de software, trabalhando com desenvolvimento web há quatro anos e nove meses, no mercado de música como artista freelancer de audiovisual e diretor criativo de um coletivo de rap há cinco anos. Viso utilizar códigos de programação e softwares de computação gráfica como ferramentas para integração de de arte e tecnologia, expressas majoritariamente como suporte e complemento de projetos de áudio e criação de experiências digitais interativas. Um exemplo das produções prévias do meu acervo é a projeção para a performance musical na virada cultural do artista Delatorvi ou expografias 3D para editais de museu.

producciones invertidas (Nair Gramajo)
Nair Gramajo — videoartista, archivista, curadora de la Patagonia, Argentina. Artista multidisciplinar que trabaja desde la visualidad y la sonoridad, la producción de obras audiovisuales generando implicación activa con los usuarios o públicos a quienes dirige sus obras con contenido ambiental-inmersivo. Directora Artística de la casa productora de cine experimental Producciones Invertidas desde 2019. Diplomada en Preservación y Restauración Audiovisual (DIPRA) 2025. Diplomada en Corporeidad y Tecno-narrativas, Universidad Nacional de Buenos Aires, 2020. Investigadora de Estudios Cyborg y Queer para la Universidad Nacional de Catamarca. Seleccionada en el Programa de Arte, Ciencia y Tecnología Presente Continuo en 2024. Ha recibido la beca de intercambio del mismo programa para Universidad Federal de Río de Janeiro con su proyecto de investigacion audioivsual Microbianas Antiextractivas. Sus obras audiovisuales se han exhibido en Chile, Perú, Uruguay, Bolivia, Brasil, Alemania y España.

Públio (Públio Pereira da Silva Filho)
Sou Públio, tenho formação em Arquitetura e Urbanismo e atualmente exploro a interseção entre arquitetura digital, mecânicas de games e estudos sobre percepção espacial, criando ambientes imersivos que questionam a relação entre o corpo, o espaço e a virtualidade.

Raul Dotto Rosa
Doutor em Artes Visuais PPGART/UFSM com bolsa CAPES. Mestre em Artes Visuais com ênfase em Arte e Tecnologia PPGART/UFSM com bolsa CAPES. Bacharel em Artes Visuais com formação em Objeto e Multimeios pela UFSM com bolsa FAPERGS, bolsa FIPE, e bolsa FIEX. Professor no Departamento de Artes Visuais da Universidade Federal de Santa Maria CAL/UFSM. Professor Colaborador no Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais PPGART/UFSM. Coordenador do 3T Lab – Laboratório de Pesquisa em Tridimensionais, Têxteis e Tecnologias. Pesquisador no LABART – Laboratório de Pesquisa em Arte Contemporânea, Tecnologia e Mídias Digitais. Integrante do Grupo de Pesquisa Arte e Tecnologia/CNPq e Grupo de Pesquisa Objeto Multimidia/CNPq. Artista com produção em tridimensionalidades têxteis e tecnologias. Sua pesquisa busca relacionar o impacto das informações digitais na imagética de corpos contemporâneos. Organiza e realiza curadorias de exposições no eixo Arte e Tecnologia.

Rebeca Maria
Formada nos cursos de Tecnologia em Artes Plásticas, pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará e Especialização em Artes, pela Universidade Federal de Pelotas. Atualmente, está cursando a Especialização em Ecodesign, Economia Circular e Responsabilidade Social, pela Universidade Federal da Paraíba. Trabalha no Memorial do IFCE e, neste espaço, atuou como curadora das exposições: “Da capa à contracapa… O livro! Instrumento de [busca, aprendizagem e preservação] de saberes”, “Arte ou Artesanato?” e “Artista que nos Habita – Ano: 2025”. Participou de exposições coletivas com trabalhos em desenho, pintura e fotografia, além de ter recebido premiações na área. Desde 2024, integra o grupo de fotografia denominado “Sol para Mulheres”. Por meio deste coletivo, participou de projetos cujos resultados foram apresentados em exposição virtual e/ou e-books fotográficos. Desenvolve pesquisas e projetos de extensão e apresentou trabalhos em eventos científicos nas áreas de arte e de educação.

REGILAN (Regilan Deusamar Barbosa Pereiras)
Sou doutora em Artes Cênicas, professora de Educação Artística, figurinista e costureira da cena teatral e performática. Atualmente sou professora substituta da disciplina de Artes e Relações Étnico-Raciais do IF Sudeste MG, campus São João del-Rei. Atuo como pesquisadora associada ao Laboratório de Estudos do Espaço Teatral e Memória Urbana da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO e integrante do Grupo Transdisciplinar de Pesquisa em Artes, Culturas e Sustentabilidade da Universidade Federal de São João Del Rei – GTRANS-UFSJ. Em fevereiro de 2023 lancei o livro ATELIÊ-ESCOLA: Helio Eichbauer e Lina Bo Bardi. Artífices que constroem a arte e edificam a cidade.

Renata Cavalcante
Renata Cavalcante é artista multimídia, pesquisadora e realizadora audiovisual. Doutoranda em Comunicação Social pela Universidade Federal do Ceará (PPGCOM/UFC), onde também concluiu o mestrado em Artes, possui graduação em Jornalismo e em Artes Visuais, além de formação em Realização em Audiovisual pela Vila das Artes. Atua na interface entre arte, cinema, imagem, memória e tecnologia, com interesse em práticas documentais, pesquisa-criação e fabulação. Dirigiu curtas-metragens e desenvolve projetos audiovisuais e artísticos voltados às juventudes periféricas e aos territórios urbanos, com destaque para o filme Cavalo de Aço. Sua pesquisa investiga modos de criação de imagens dissidentes, narrativas situadas e processos colaborativos, articulando escrita, audiovisual e práticas artísticas contemporâneas.

Rogério Barbosa e Chico Marinho
Francisco Marinho é professor aposentado da Universidade Federal de Minas Gerais Doutorado em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo, Mestrado em Artes pela Universidade Federal de Minas Gerais. Artista computacional, trafega nas áreas de desenho, pintura, escultura e objetos interativos. São inúmeras as produções artísticas, destaque para as obras ciberpoéticas Palavrador (2007) e Liberdade (2013), Teus dígitos não me tocam (2025) e exposições, como Transistornos Psiconeuromidiacráticos (Curadoria de Pablo Gobira), FAOP, 2023, Caixa de Pandora (2024) (Museu Nacional da República).
Rogério Barbosa da Silva é poeta, professor de literatura e tecnicas de edição no CEFET-MG. Coordena o grupo Tecnopoéticas, o projeto poemaps (www.poemaps.org). Publicou, entre outros, Todos os céus (Inmensa Editorial, 2024), Poemas rasgados (Tipografia do Zé, 2024), As pequenas Coisas/A solidão nas mãos (Col. Poesia Orbital, 2024, com Wagner Moreira) e Poemas para jogar (Phonte88, 2025).

Ronnie Brito
Bacharel em Sistemas de Informação, doutor em Engenharia e Gestão do Conhecimento tendo experiência em Mídia e Conhecimento na Educação e Acessibilidade. É tecnologista no Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia realizando pesquisa voltada ao desenvolvimento de mídias para divulgação científica.

Samy Sfoggia
Samy Sfoggia cursa Produção multimídia no Senac/RS, é bacharel em Artes Visuais pela UFRGS (2014) e pós-graduada em Arte, Corpo e Educação pela mesma instituição (2009). Foi responsável pelo laboratório de fotografia do Instituto de Artes da UFRGS por 10 anos. Em 2012, atuou como bolsista de iniciação científica no projeto de pesquisa “Procedimentos de contato: desdobramentos da fotografia em imagem numérica na arte da atualidade”, coordenado pela professora Drª. Elaine Tedesco. Participou de diversas exposições e teve seu trabalho comentado em livros e revistas online. Foi vencedora do Concurso Garimpo 2014, da Revista DASartes. Em 2015, a Azulejo Arte Impressa publicou seu livro Drømmer om Skov, com fotografias da série “Samy’s dreaming about the forest”. Em 2022 recebeu como prêmio uma mentoria profissional à distância com o Ateliê Oriente pelo 3º lugar na 11ª edição do Prix Photo Aliança Francesa.

Sandrine Deumier
Sandrine Deumier is a multidisciplinary artist working in the fields of performance, poetry and video art whose work investigates post-futurist themes through the development of aesthetic forms related to digital imaginaries. Passionate about digital storytelling and immersive artistic experiences, she has been working for several years to develop poetic and visual fictions centred on the imaginary world of the living. Ecological concerns and speculative futures are at the heart of her research. Her work focuses on imagining new ways of inhabiting the world using new technologies from an animist perspective.

Sandro Bottene
Artista Visual, Cacticultor/Cactófilo/Cactólogo, Pesquisador e Professor. É Doutor em Artes Visuais/UFSM (2025), com ênfase em Poéticas Visuais, linha de pesquisa Arte e Transversalidade, com Bolsa CAPES/DS e período sanduíche na Facultat de Belles Arts da Universitat Politècnica de València/UPV (2024), na Espanha, pelo Programa Institucional de Doutorado Sanduíche no Exterior/PDSE. Mestre em Artes Visuais/UFSM (2015), com ênfase em Poéticas Visuais, linha de pesquisa Arte e Visualidade, com Bolsa CAPES/DS. Atua na Área de Artes, com experiência em Fotografia, Fotoperformance, Fotopoema, Instalação, Intervenção, Livro de Artista, Performance Art e Pintura Experimental. Atua na Área de Artes, com experiência em Fotografia, Fotoperformance, Fotopoema, Instalação, Intervenção, Livro de Artista, Performance Art e Pintura Experimental. Tem interesse em pesquisar processos de criação em Poéticas Visuais que envolvem a performatividade do corpo, investigando as relações de subjetividade e as conexões com a história da arte na contemporaneidade.

SensoLab (Oscar Guarín Martínez, Marta Cabrera e Juan Camilo Cajigas)
A obra foi vencedora do concurso da Galeria El Dorado, de Bogotá, em 2022. Sensolab é um laboratório de experimentação da Faculdade de Ciências Sociais da Pontifícia Universidade Javeriana, de Bogotá, Colômbia, que propõe a experimentação como forma de pensar e produzir conhecimento. Como espaço que possibilita o encontro e a criação, o principal objetivo do Sensolab é reunir criadores e cientistas de todas as disciplinas e campos do conhecimento em projetos interdisciplinares que envolvam o desenho de estratégias e metodologias que integrem formas de repensar a comunicação científica e a circulação de ideias, o ensino, a teoria e a prática das Ciências Sociais.

Sergio Augusto Medeiros
Sergio Augusto Medeiros (1993) é artista visual com produção que articula fotografia, programação, escrita, vídeo, instalação e publicações. É graduado em Artes Visuais pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), mestre e doutor em Artes pelo Programa de Pós-Graduação em Artes da Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Seus projetos vêm sendo desenvolvidos e apresentados em exposições no Brasil e no exterior, além de selecionados por editais públicos, festivais, eventos e programas de ocupação artística vinculados a instituições culturais e acadêmicas.

Sílvia Guadagnini
Sílvia Guadagnini (Sílvia Regina Guadagnini) Artista visual, designer gráfica e professora do ensino superior. Produção artística voltada para arte, ciência e tecnologia. Doutoranda pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais, da Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, orientador: Prof. Dr. Hermes Renato Hildebrand (2024-atualmente); Mestrado em Artes Visuais, Universidade do Estado de Santa Catarina, UDESC (2007); Graduação em Educação Artística, Universidade Estadual Paulista, UNESP (1994) e Graduação em Gestão Ambiental, Universidade Paulista, UNIP (2022). Docente nos cursos de Design Gráfico e Publicidade e Propaganda na Universidade Paulista – UNIP.

Sinfonia na Cidade (Marcela Maciel)
(ver Marcela Maciel)

Tassia Mila (gatopretopulando)
2026 Efeito Colateral. Exposição coletiva. EdA (Espaço das Artes), USP. São Paulo/Brasil.
2026 VerbivocoVirtual 2. The Wrong Biennale 7. Curadoria de Fabio Fon e Soraya Braz.
2026 Ghosts in the machine.The Wrong Bienalle 7. Curadoria de Matteo Campulla.
2025/2026 Curadora na The Wrong Biennale 7, do Pavilhão Kamîm Tuhut, exposição: margens em fluxus, na qual participo também como artista. 11/2025-03/2026.
2025 Resonant Ecologies. Peça sonora Salamandra cantabile Espaço Murmurcontemporary em colaboração com Acoustic Ecology Society. Montreux/Suíça.
2025 Rádio Tsonami Sonoro.Overflowing Lines, peça de rádio. Val Paraíso/Chile.
2025 IV SomaRumor – Encontro Latino Americano de Arte Sonora. Sussurro Flamejante, peça de rádio. Rio de Janeiro/Brasil.
2025 Abraço Coletivo. No espaço Canteiro. São Paulo/Brasil.
2025 Distribuídos Venceremos. Web Art no Brasil. Curadoria de Fabio Fon e Soraya Braz.
2025 Radiophrenia 2025. Overflowing Lines, peça de rádio. Glasgow/Scotland.
2024 Glitch Art International Online Exhibition.
2024 Apresentação sonora e visual na terSla, Casa Slamb, São Paulo/Brasil.
2024 Melting Walls Volume 1, curadoria de Ruxandra Mitache, Montreux, Suiça.
2023/2024 Curadora na The Wrong Biennale 6, do Pavilhão Kamîm Tuhut, de 11/2023-03/2024.
2023 VI Fórum Permanente de Cultura e Artes: Práticas visuais como provocações políticas e culturais. Artista convidada para falar sobre Grafismos e Desenhos Indígenas. Mesa de conversa no IEA (Instituto de Estudos Avançados), USP. São Paulo/Brasil.
2023 Performance sonora ao vivo na Escola Panapaná, instalação do artista Denilson Baniwa. Pinacoteca do Estado de São Paulo. São Paulo/Brasil.
2022 Festival Tsonami Arte Sonoro, Val paraíso/Chile.
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Thalita Perfeito
Thalita Perfeito é pesquisadora e artista, graduada em Artes pela Universidade de Brasília (UnB), mestra em Arte Contemporânea pelo PPG-Artes Visuais da mesma instituição e atualmente doutoranda na linha de pesquisa Deslocamentos e Espacialidades. Integra o grupo Vaga-Mundo: Poéticas Nômades (UnB/CNPq). Seu trabalho investiga as linguagens de intervenção urbana, fotografia, vídeo e instalação. Pesquisa que transita por interesses como a materialidade dos objetos, contradições entre o orgânico e o plástico, o natural e o artificial. Questiona constantemente a ideia de utilidade e defende o inútil como gesto poético. Coleciona perguntas sem respostas e desencaixes do universo. Crê que a poética é uma forma de resistência e política, um modo de habitar o mundo em meio às dúvidas e contradições. Diante das incertezas do futuro, vê a arte como um espaço de interrogação, delírio e invenção. Seu trabalho carrega humor, objetos ordinários e divagações sobre o absurdo do agora e do que está por vir. Além do campo artístico-acadêmico, também trabalha por outros caminhos — cenografia, marcenaria, montagem de exposição, pequenos consertos, invenções domésticas e outras pedreiragens — tais afazeres influenciam na sua pesquisa e vice-versa.

Thalyta Alvaroz
Sou artista visual, fotógrafa, roteirista, escritora, cineasta e fazedora de cultura. Minha criação nasce do desejo de construir artes que façam sentido para mim, atravessando temas sociais, culturais e ambientais. Busco dialogar com a natureza e com a memória coletiva, transformando imagens e palavras em espaços de reflexão e pertencimento.

Thyana Hacla
Thyana Hacla é artista visual, editora e escritora. Sua poética explora o ponto de tangência entre realidade e ficção, entende a criatividade como ferramenta de transformação. Graduada em Artes Visuais, pela UFMG (2012) e mestre em Estudos de Linguagens (2021) CEFET-MG. Co-Fundadora do projeto editorial Phonte88, dedicado à publicação de livros e atividades que envolvem arte e literatura.

Transeuntis Mundi (Cândida Borges e Gabriel Mario Vélez)
Transeuntis Mundi é um projeto curatorial transmídia criado por dois artistas lationamericanos, que vem circulando o mundo há 6 anos, apresentando exposições imersivas em realidades expandidas, da China ao Brasil. Vencedor de 5 prêmios internacionais, já foi visto em 12 países por mais de 100.000 pessoas. Os autores, Cândida Borges (BR) e Gabriel Mario Vélez (Colombia) são doutores em artes, acadêmicos, professores e empreendedores, com mais de 25 anos de atuação internacional.

Vera Araújo
Vera Araújo é pesquisadora em Arte Contemporânea e historiadora da arte. Realiza estágio pós-doutoral no Colégio das Artes da Universidade de Coimbra, onde desenvolve uma pesquisa teórico-prática que articula reflexão crítica e produção artística, com base na ampla teoria feminista e nos estudos decoloniais Sua pesquisa aborda temas como o luto precoce, o corpo ausente, a memória e a escrita de si, explorando a ressignificação de arquivos familiares como estratégia de elaboração da perda para a produção de novos conhecimentos. É investigadora colaboradora do CEIS20 – Universidade de Coimbra. Doutora em Arte Contemporânea (2022) pela Universidade de Coimbra, é mestre em História pela Universidade Federal de São Paulo e bacharel em História pela Universidade Federal do Ceará. Sua trajetória articula investigação acadêmica, prática artística e reflexão crítica sobre gênero e as políticas da memória, com especial atenção às relações entre imagem e as produções de sentido no campo da Arte Contemporânea.

VIKKØNDER (Caio Victor da Silva Brito)
Caio Victor Brito (VIKKØNDER) é artista multimídia, montador e pesquisador (Doutorando PPGARTES-UFC). Mestre em Artes com pesquisa pioneira sobre a Estética da Montagem em Realidade Virtual (2023), atua desde 2017 na pós-produção audiovisual com ênfase em novas mídias. Foi Técnico Especialista em Broadcast e Salas Imersivas no Museu da Imagem e do Som do Ceará (MIS-CE) de 2023 a 2025, onde coordenou a adaptação técnica de obras para ambientes complexos. Sua investigação prática e teórica foca nas tecnopoéticas queer e na imagem sintética, tencionando os limites entre cinema expandido, performance e inteligência artificial.

Vitor Bárbara
Vitor Bárbara é artista visual, performer, educadora, não-binária e caótica. Mestranda em processos artísticos pela UNESP, seus trabalhos manifestam relações de não-pertencimento na intersecção entre gênero, tecnologia e cidade. Nascida em 1985, última geração desconectada, compreende-se como pessoa nomofóbica, tema que tem explorado em suas pesquisas. Assim, elabora trabalhos artísticos, muitas vezes com foco processual, que buscam refletir e subverter o uso do celular, questionando o capitalismo de vigilância. Como educadora participa de corpas de educativos realizando mediações em exposições e realiza oficinas em instituições artístico culturais como SESC, MAM, MASP e CultSP Pro. Participa do Grupo Internacional e Interinstitucional de Pesquisa em Convergências entre ARTE, CIÊNCIA E TECNOLOGIA – GIIP da Unesp, sob orientação da Profa Dra Rosangela Leote e é integrante do coletivo Grão que atualmente, através do fomento ProAC, ocupa o centro cultural Olido no centro de São Paulo.

Vitória Porto
Vitória Porto nasceu em Angra dos Reis, é graduada em Psicologia pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e atualmente mestranda no Programa de Pós Graduação em Artes da UERJ (PPGARTES/UERJ). Seu trabalho permeia a relação entre ruído e memória, montagem e ficção, combinando diferentes linguagens na sua produção, como vídeo, fotografia, desenho e escrita.

Washington da Selva
Da Selva é artista visual, designer e ex-produtor da agricultura familiar sem-terra. Cultiva imagens através de desenho, pintura, fotografia, web-arte e têxteis. Sua pesquisa artística lida com os contrastes entre a zona rural, a cidade e a cultura digital, aprofundando diálogos sobre trabalho, território e identidade. É Mestre em Artes, Cultura e Linguagens e Bacharel em Artes e Design pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Participou de mostras coletivas como “Abre Alas 20” (A Gentil Carioca, RJ, 2025), “O Corpo Invisível da Memória” (Museu da Inconfidência, MG, 2023), “73º Salão de Abril” (Centro Cultural Casa do Barão de Camocim, CE, 2022) e a “30ª Mostra de Artes da Juventude” (SESC, SP 2022). Recebeu incentivos de pesquisa do Lab Cultural BDMG (2021), do Programa de Residência Artística do IA Ouro Preto (2022) e da Associação Carabina Cultural (2021). Foi premiado com o Prêmio DASartes 2021 e o 8º Prêmio Nacional de Fotografia Pierre Verger. Suas obras estão no acervo do Governo do do Estado da Bahia, e possui uma escultura pública em Sarandira, MG.

Will Figueiredo
Will Figueiredo desenvolve sua pesquisa no campo expandido das Artes Visuais, investigando as potencialidades estéticas e discursivas da Inteligência Artificial e das tecnologias emergentes em América Latina. Mestre em Poéticas Visuais (UFRGS) e pesquisador vinculado ao OM-LAB/CNPq, articula uma abordagem transdisciplinar que dialoga com os campos da Ciência e da Cultura. Seu trabalho destaca-se pela construção de narrativas multiplataforma que operam como sistemas complexos de significação. Esta investigação, que culminou como vencedor do 1º Prêmio de Arte Digital na Universidade de Sevilha. Propõe uma reflexão crítica sobre a agência dos algoritmos na produção de subjetividades e imaginários visuais.